domingo, 29 de janeiro de 2017

Por que estudar Plutão se nem planeta ele é?


Imagem relacionada

O pesquisador Mike Brown foi o responsável por tirar de Plutão o status de planeta, sendo considerado um verdadeiro exterminador de planetas da astronomia moderna. Brown apresentou à União Astronômica Internacional (IAU) a informação de que Plutão deveria deixar de ser o nono planeta do sistema solar.

Entretanto, mesmo perdendo o posto, Plutão continua tendo relevância nas pesquisas espaciais internacionais. Prova disso, é a sonda New Horizons, que chegou à órbita de Plutão no dia 14 de julho de 2015.

Muitas pessoas podem se perguntar: qual a importância de estudar Plutão para a vida das pessoas? Por que gastar dinheiro com algo assim se Plutão nem é mais planeta? A resposta para essas questões é simples: os estudos sobre Plutão são importantes porque podem reforçar o status de que Plutão é um planeta-anão.

Segundo os pesquisadores, a missão não deve mudar a condição de Plutão, nem fazê-lo retomar o posto de planeta. A decisão de que ele perdeu o posto de planeta, adotada em 2006, é irreversível pela União Astronômica Internacional (UAI).

A atual missão realizada pela NASA, a Agência Espacial Norte-Americana, tem como objetivo encontrar mais informações sobre o ex-planeta e avançar nos estudos sobre como era a vida na Terra há bilhões de anos. Os dados também vão ajudar na realização de novos trabalhos sobre os demais planetas, além de beneficiar a ciência planetária em geral.

A missão que chegou a Plutão também deve passar por outros objetos do Cinturão de Kuiper, ampliando o conhecimento dos pesquisadores sobre essa região. A Nasa gastou cerca de US$ 720 milhões com a missão da New Horizons e a chegada às proximidades de Plutão.

Vale lembrar que a New Horizons não chegou até o solo de Plutão. Ela alcançou uma proximidade recorde, ficando a apenas 12 mil km de distância do ex-planeta.

Saiba mais sobre o assunto visitando o site da NASA: Missão New Horizons.

Créditos da Imagem: Nasa.gov.

Cientistas dizem que faltam dois minutos e 30 segundos para o 'fim do mundo'

Pixabay
Se nada for feito em relação à crescente emissão de gases do efeito estufa e à proliferação de armas nucleares, o apocalipse estará cada vez mais próximo (foto: Pixabay)


Você sabe quanto tempo falta para o "fim do mundo"? Segundo o relógio simbólico criado pelo Boletim de Cientistas Atômicos (Bulletin of the Atomic Scientists), restam apenas 2 minutos e 30 segundos para meia-noite, ou a "destruição da humanidade". Os pesquisadores analisam diversos fatores que contribuem para o apocalipse, especialmente a mudança climática e a propagação de armas de destruição em massa. Na quinta-feira, 26 de janeiro, o Relógio do Fim do Mundo (Doomsday Clock) foi adiantado em 30 segundos. Ele nunca esteve tão perto da meia-noite desde 1953, quando os Estados Unidos e a extinta União Soviética testaram as primeiras bombas de hidrogênio. Naquela época, a humanidade esteve a dois minutos de se destruir.

Desta vez, a proximidade do "fim" se deve ao aquecimento global e, principalmente, ao discurso inflamado do presidente dos EUA, Donald Trump. O líder norte-americano sugeriu que o Japão tenha armamento atômico para enfrentar a ameaça da Coreia do Norte, uma potência quando se trata de armas nucleares. "As palavras importam. Não tanto quanto os fatos, mas importam muito", afirma uma porta-voz do Boletim de Cientistas Atômicos antes de anunciar o novo horário. Em dezembro do ano passado, já como presidente eleito, Trump dizia que os EUA deveriam fortalecer sua capacidade nuclear até que o mundo "recuperasse a razão" em relação a essas armas.

"A situação mundial, que já é alarmante, foi palco do aumento de um nacionalismo estridente em todo o mundo em 2016, até mesmo em uma campanha presidencial dos Estados Unidos, durante a qual o vencedor, Donald Trump, fez comentários inquietantes sobre o uso e a proliferação de armas nucleares, e expressou sua incredulidade quanto ao consenso científico sobre as mudanças climáticas", comenta a porta-voz.

Como atrasar o relógio?

Os cientistas admitiram a proximidade do "fim", mas deram algumas esperanças. Para evitar o "apocalipse", segundo os responsáveis pelo Relógio do Fim do Mundo, EUA e Rússia precisam reduzir a produção de armas nucleares e limitar os programas de modernização nuclear. Outra condição é que os governos de todo o mundo reduzam drásticamente as emissões de gases do efeito estufa e cumpram a promessa do Acordo de Paris, para manter o aquecimento global a, no máximo, 2º C acima dos níveis pré-industriais.

Outra medida apontada pelo Boletim de Cientistas Atômicos é que Trump reconheça a mudança climática como uma realidade e redobre os esforços para limitar as emissões de dióxido de carbono. Os cientistas propõem ainda uma aproximação dos EUA, China e Rússia com a Coreia do Norte, para reduzir os riscos de guerras nucleares.

Histórico

O Relógio do Fim do Mundo já foi alterado 20 vezes desde que foi criado, em 1947. Em sua primeira edição, as horas marcavam 23h53. Após o fim da Guerra Fria, em 1991, os ponteiros recuaram para 11h45, registrando o horário mais distante da meia-noite desde a sua invenção.

(com The Huffington Post)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Mais um planeta fora do Sistema Solar pode ter água: por que ele é diferente dos outros?

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REPRODUÇÃO/NASA

Planetas que, apesar de não orbitarem o sol (como faz a Terra), possuem algumas condições favoráveis à vida são chamados de exoplanetas e andam sendo descobertos aos montes.
Mas, o GJ 1132 b parece ser diferente: além de ter as medidas mais próximas com as do nosso planeta, acredita-se que ele também tenha água e metano nas mesmas proporções da Terra. E mais: oxigênio.
Ao contrário do planeta Proxima b, por exemplo, que apesar de ser parecido com a Terra e também conter água, ainda não demonstrou vestígio de oxigênio, ou o GJ 1214 b, que é muito maior que o nosso planeta (cerca de sete vezes) e chega a ter mais água, mas sem as proporções necessárias, e também sem oxigênio.
"Pode ser a primeira vez que detectamos oxigênio em um planeta rochoso fora do sistema solar", disse Robin Wordsworth, o co-autor do estudo sobre o exoplaneta, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado no periódico científico The Astrophysical Journal, para a Nasa.
De acordo com a pesquisa, ele fica a 39 anos-luz da Terra (1 ano luz = 9,46 trilhões de quilômetros), uma distância considerada pequena se comparada com a dos outros planetas que têm indícios de água. E isso, aliado com o fato dele orbitar uma estrela-anã do tipo M, com temperaturas mais frias, permite seu estudo mais detalhado.
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A partir da estimativa da sua densidade (que é a relação entre o peso do objeto e o volume, uma medida que indica a quantidade de matéria que existe em um determinado espaço), foi possível supor a sua composição. Contando que exista mesmo vapores d'água nele, o modelo sugere que o planeta seja um oásis espacial úmido, com uma porção de água envolvendo um centro rochoso.
"O próximo passo é fazer observações com telescópios maiores, e telescópios espaciais, com […] uma resolução muito melhor", explica John Southworth, professor de astrofísica na Universidade de Keele, na Inglaterra, e autor principal do trabalho, como reportado pelo site de notícias científicas Scientific American.

Mas como saber se um planeta é habitável?


O primeiro passo para descobrir se um planeta pode abrigar vida é saber se ele é capaz de aguentar uma atmosfera pesada (camada de gases que cobre sua superfície). A maior parte não consegue, pois a atividade das suas estrelas é muito grande (liberam grandes quantidades de gás e energia). A temperatura do planeta e a existência de água, metano e oxigênio, também são essenciais.
Para descobrir alguns desses dados, observa-se a luz emitida pelo planeta: quando ele passa pela sua estrela, bloqueia uma parte da luz, e isso gera uma sombra que chega até a Terra. A atmosfera de um planeta absorve uma fração minúscula da luz das estrelas em torno das bordas da sombra, filtrando certos comprimentos de onda de acordo com sua composição.
Com o uso de telescópios altamente especializados, é possível verificar a quantidade de luz absorvida, e isso indica a possibilidade da existência de água ou metano na atmosfera em proporções aproximadamente iguais, por exemplo, exatamente como acontece na Terra.
Já a massa é medida por um cálculo que leva em consideração a aceleração e a desaceleração de um planeta em relação à sua estrela, que ocorre por causa do efeito da gravidade (força que “puxa” o planeta e que faz ele se mover na trajetória em torno (órbita) da estrela, assim como a Terra gira em torno do Sol). É a diferença entre eles que permite dizer a massa.

Esta é uma das imagens mais incríveis de Júpiter até agora

 (Foto: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Gerald Eichstaedt/John Rogers)
(FOTO: NASA/JPL-CALTECH/SWRI/MSSS/GERALD EICHSTAEDT/JOHN ROGERS)


A
Juno enviou para a Terra umas das imagens mais impressionantes de Júpiter até agora. Feita com a JunoCam, câmera da sonda que capta luz visível, a foto mostra detalhes das violentas tempestades de gás do planeta. Isso porque diferente de qualquer outra missão a sonda conseguiu chegar onde nenhum objeto humano jamais conseguiu.


“A proximidade de Juno com Júpiter é muito incomum”, afirmou o gerente de projetos Rick Nybakken so site Universe Today. “A sonda tem uma órbita elíptica que fica a apenas cinco mil quilômetros das nuvens de gás. Nenhuma outra missão chegou tão perto.”
Na imagem, é possível ver com detalhes a Pequena Mancha Vermelha, uma tempestade de gás que também é conhecida como NN-LRS-1. Até 2006, o fenômeno era mais forte e com cores mais intensas. Com o passar do tempo, foi ficando mais fraco, o que misturou sua coloração com os gases ao redor, dificultando sua visualização. 
O mais interessante é que qualquer pessoa pode baixar e analisar as imagens da câmera, que foi incluída na sonda justamente para interagir com o público. Neste caso, quem processou e identificou os pontos da imagem foram os astrônomos amadores Gerald Eichstaedt e John Rogers.
“Estamos fazendo com a JunoCam tudo o que é possível fazer com um instrumento que pertence ao público. Solicitamos a ajuda de todo mundo para escolher imagens e divulgar informações em sua forma mais bruta”, afirmou o cientista Steve Levin.
Além de animar os entusiastas não profissionais, as imagens também ajudam a fornecer o contexto necessário para que os cientistas possam trabalhar com os outros instrumentos da sonda. Para ajudar os cientistas, você pode ver as informações (em inglês) aqui; e também é possível baixar a foto em alta resolução

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ex-funcionário da NASA promete revelar um “segredo obscuro” sobre a Lua

Ken Johnston, veterano aposentado da NASA, afirmou que, em breve, revelará um “segredo obscuro” que a agência norte-americana ocultou por mais de 40 anos.

Segundo Ken, trata-se de uma série de fotografias que mostram diversos objetos secretos na superfície lunar, tiradas durante a aterrissagem na Lua em 1969. Ele afirmou que, naquela época, embora tenha recebido ordens de destruí-las, decidiu guardar uma cópia das imagens em seu arquivo pessoal. 

Indo mais longe ainda e, apesar de não ter esclarecido se as fotos estão relacionadas a isso, Johnston disse que os astronautas norte-americanos descobriram antigas ruínas de origem artificial sobre a Lua. Essas palavras ecoam com as de uma ex-funcionária da NASA, que, em dezembro de 2015, afirmou que a agência espacial havia destruído um grande número de fotos de óvnis

Incrível cidade alienígena é descoberta por sonda da NASA em lua de Saturno

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A sonda rapidamente desce através da atmosfera nebulosa de Titã e temos o nosso primeiro vislumbre de uma paisagem alienígena de tirar o fôlego. Surpreendentemente, há montanhas incríveis coberta por nuvens e dunas arenosas, não o que se poderia esperar de uma lua. O que é ainda mais surpreendente é que existe uma enorme cidade diante de nós. Edifícios, barcos sobre cursos de água, estruturas, tudo que você esperaria ver em uma metrópole. Claramente visível vemos vários edifícios, mais parecidos com edifícios na terra com telhados pontiagudos. Vemos muitas embarcações com trilhas de água visível atrás delas. Elas parecem ter luzes na frente. Podemos ver objetos redondos no topo, possivelmente radar ou equipamento de satélite. Estas imagens são surpreendentemente semelhantes às imagens de cidades da terra. Tanto assim, que se pergunta se essas imagens foram tomadas em Titã, uma das luas de Saturno ou terra.
Este vídeo foi criado com dados coletados pelo Huygens Descent Imager e retrata a visão da Huygens durante as últimas horas de sua descida na superfície de Titã em janeiro de 2005.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

As 7 ameaças que o mundo enfrentará em 2017



Além de oferecer um software financeiro, informações e notícias, a empresa Bloomberg LP faz, todos os anos, uma lista de perigos que o mundo enfrentará.

Estas são, segundo um dos portais financeiros mais bem-sucedidos do ocidente, as sete ameaças para 2017:

O ressurgimento russo: De acordo com o portal, o rublo se fortalecerá diante do euro e do dólar. A Rússia expandirá sua influência política na Europa Oriental, disputando terreno com os EUA.

A guerra entre Irã e Arábia Saudita: O conflito armado iminente entre Teerã e Riad colocará em xeque o abastecimento mundial de petróleo e aumentará as tensões no Oriente Médio.



O colapso do México: Os especialistas da Bloomberg acreditam que a política anti-imigratória do novo presidente dos EUA, Donald Trump, poderá destruir a economia mexicana e fazer com que cresçam rapidamente os índices de criminalidade e narcotráfico.

A segunda crise dos mísseis: Os atritos entre a direita norte-americana e Cuba farão com que a ilha do Caribe procure fortalecer suas alianças com a China e a Rússia, gerando um foco de conflito armado na fronteira norte-americana.

A guerra econômica entre os EUA e a China: A hostilidade declarada entre Trump e o gigante asiático poderá impactar negativamente na economia das duas potências mundiais mais poderosas.

As guerras cibernéticas: O portal acredita que diversos ataques cibernéticos, lançados pela China e pela Rússia, poderão afetar usinas elétricas, transportes e até mesmo hospitais em todo o território dos EUA.

Os protestos nos EUA: O site acredita que a insatisfação crescente com relação às políticas de Donald Trump e uma grande tendência repressiva por parte do governo norte-americano poderão causar convulsões sociais violentas nos EUA.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Morreu o último homem a pisar a Lua

O astronauta Eugene Cernan, o último homem na Lua

“A aterragem é como estar imerso numa folha de fogo, num cometa, numa estrela cadente”. As palavras são de Eugene Cernan, que fez parte da última missão tripulada à Lua – e foi o último homem a pisar o solo lunar.
Morreu aos 82 anos o astronauta Eugene Cernan. A notícia foi confirmada pela NASA através do Twitter esta segunda-feira, 16 de janeiro.
“Lamentamos a perda do antigo astronauta da NASA Gene Cernan, o último homem a andar na lua”, lê-se no tweet publicado na rede social.
Filho de mãe checa e pai eslovaco, Eugene Cernan esteve no espaço três vezes, a última delas como comandante da Apollo 17, a sua terceira missão e a última das missões do Programa Apollo a pousar na Lua. Antes, tinha estado em órbita da Lua na missão Apollo 10. Completou 566 horas e 15 minutos no espaço, 73 horas das quais na Lua.
Como comandante da Apollo 17, em 1972, Eugene Cernan foi o primeiro a descer da nave, à frente do seu co-piloto, o geólogo Harrison Schmitt, que se tornou o 12º homem a pisar a Lua. Mas, ao ser o último a reentrar no Módulo Lunar Challenger para a viagem de volta, Cernan tornou-se o último homem a pisar o solo lunar.
São dele também as últimas palavras de um ser humano na Lua, quando se preparava para subir a escada do Challenger.
Filho de mãe checa e pai eslovaco, Eugene Cernan esteve no espaço três vezes, a última delas como comandante da Apollo 17, a sua terceira missão e a última das missões do Programa Apollo a pousar na Lua. Antes, tinha estado em órbita da Lua na missão Apollo 10. Completou 566 horas e 15 minutos no espaço, 73 horas das quais na Lua.
Como comandante da Apollo 17, em 1972, Eugene Cernan foi o primeiro a descer da nave, à frente do seu co-piloto, o geólogo Harrison Schmitt, que se tornou o 12º homem a pisar a Lua. Mas, ao ser o último a reentrar no Módulo Lunar Challenger para a viagem de volta, Cernan tornou-se o último homem a pisar o solo lunar.
São dele também as últimas palavras de um ser humano na Lua, quando se preparava para subir a escada do Challenger.
“No momento em que deixamos a Lua e Taurus-Littrow, partimos como chegamos, e se for a vontade de Deus voltaremos com paz e esperança para toda a Humanidade. Quando dou estes últimos passos para fora da superfície lunar, gostaria de lembrar que o desafio da América de hoje forjou o destino do homem do amanhã. Deus abençoe a tripulação da Apollo 17”.
É dele a afirmação de que a Grande Muralha da China é a única construção feita pelo homem que é visível da Lua. Tal afirmação foi no entanto desmentida em 2003 pelo astronauta chinês Yang Liwei, que disse ter ficado decepcionado ao descobrir que não é possível ver a famosa construção a partir do espaço.
ZAP // NASA / Wikipedia

Alienígenas podem estar mais próximos do que imaginamos



Em 1975, o famoso astrofísico Carl Sagan sugeriu que poderia existir vida nas camadas superiores da atmosfera de Júpiter.

Esses organismos se alimentariam diretamente da luz solar e seriam capazes de se locomover pela atmosfera controlando a pressão dos seus corpos. Sua teoria nunca pôde ser comprovada, mas ele trouxe um novo rumo no que diz respeito à procura por vida extraterrestre. 

Anos depois, Jill Tarter, pesquisador do projeto SETI, identificou um novo tipo de astro: as anãs marrons frias. Esses corpos celestes possuem a maior parte dos elementos necessários para a vida: carbono, hidrogênio, nitrogênio e oxigênio.  Os cientistas acreditam que diferentes tipos de criaturas poderão habitar suas atmosferas, que têm temperaturas parecidas com as da Terra. 

Até o momento, foram encontradas apenas algumas dezenas de anãs marrons frias, mas os especialistas acreditam que poderão existir pelo menos dez em um raio de 30 anos luz da Terra. Se confirmada essa teoria, será possível iniciar a busca por vida terrestre nas proximidades do nosso planeta. 

Em 2018, o novo Telescópio Espacial James Webb será colocado em órbita. Suas capacidades técnicas, consideravelmente superiores ao seu antecessor Hubble, tornarão possível a identificação desses astros vizinhos.

FONTE: ABC IMAGEM: NASA

Robô da NASA envia imagem de soldado extraterrestre em Marte!

alienigenamarte

Parece que Marte continua a nos surpreender a cada imagem recebida pela sonda enviada da NASA!
Esta estátua foi encontrada por Paranormal Crucible do Youtube esta semana, e é uma espécie bipedal que tem um uniforme.
O extraterrestre está vestindo uma roupa e carregando alguma espécie de arma. A questão mais importante é, é uma estátua, ou foi esta pessoa petrificada (virou pedra) por uma arma horrível mas poderosa?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Encontradas moedas antigas no Egito com imagens de ETs



Moedas antigas poderiam ser a prova de que extraterrestres viveram com a humanidade há séculos, afirmam os conspiradores.
Uma das moedas esquisitas mostra uma figura que tem a cabeça grande, olhos bulbosos e uma careca inconfundível de um extraterrestre.
Há outras moedas que mostram o que parece ser uma nave espacial aterrisando em uma superfície cheia de rochas.
Ambas foram encontradas durante a reforma de uma casa no Egito e curiosamente nenhuma trás imagens de figuras humanas.
Ainda não se sabe exatamente quem teria fabricado as moedas e os motivos de estampá-las com imagens enigmáticas.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Curiosity fotografa pirâmide em Marte



Como todos sabem, a Curiosity está em Marte desde 6 de agosto de 2012, e nesses anos já enviou para a Terra milhões de imagens. Algumas destas imagens, recentemente reveladas, mostra uma estrutura que se assemelha muito às pirâmides. Se isso realmente for comprovado, seria uma prova inconteste de que, algum dia, já existiu vida inteligente no planeta vermelho.
Pela imagem, especula-se que seja uma pequena pirâmide, do tamanho de um carro comum. Esse tipo de pirâmide é encontrada na Terra, como mostra o vídeo abaixo. Também há a possibilidade de que seja apenas parte de uma pirâmide, e que a maior parte esteja enterrada, sendo visível apenas seu topo.
veja video abaixo:

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Internauta descobre suposta enorme escadaria na Antártica



Imagens do Google Earth revelam a presença do que parece ser uma enorme escadaria na Antártica. Quem seriam os responsáveis, alienígenas ou gigantes?

Um debate acalorado está ocorrendo nos fóruns de conspiração, alimentado por uma suposta recente descoberta do que muitos alegam ser evidência de uma presença antiga e inexplicada na Terra. Muitos alegam que a estrutura, que se parece com uma gigantesca escadaria na encosta de uma montanha na Antártica, poderia ser o trabalho de alienígenas da antiguidade.
A pessoa creditada pela descoberta da estrutura disse que começou a olhar por pistas sobre civilizações antigas na Antártica, após ter feito parte de um debate sobre as recentes visitas de personalidades ao continente gelado. Recentemente, a Antártica foi visitada pelo ex-astronauta Buzz Aldrin, pelo Secretário de Estado dos EUA John Kerry e, de forma estranha, pelo Patriarca Russo Cirilo.
Caçadores de OVNIs têm alegado que o governo dos EUA está ciente da existência de uma extensa rede de ruínas antigas soterradas sob o gelo, ruínas que possuem tecnologia alienígena deixada para trás pelos visitantes extraterrestres.  Como resultado, o astronauta da NASA foi enviado para investigar se as naves extraterrestres, que poderiam ainda estar lá, eram similares às que ele viu quando estava na Lua.
Os mesmos entusiastas de OVNIs especularam que a missão de John Kerry à Antártica serviu para o mesmo propósito. O porquê de um líder religioso russo ter sido delegado à uma missão similar ainda permanece um mistério.
A pessoa que encontrou a suposta escadaria disse:

Esta manhã, no furgão de trabalho, estávamos conversando sobre conspirações… assim eu abri o Google Earth [e] me deparei com algo que parecia como uma escadaria gigantes.
Embora alguns propuseram que a suposta escadaria seja na verdade o resultado de um defeito topográfico na imagem do satélite, muitos estão convencidos que poderia ser os restos de um antigo marcador que leva à área de pouso de OVNIs. Eles alegam que nos tempos antigos, isto poderia ser equipado com algum tipo de farol para navegação, a fim de direcionar as máquinas extraterrestres ao seu destino.
Os seguintes comentários de internautas mostram claramente o que as pessoas acham desta recente descoberta:
Está mais para um local de pouso, do que escadaria.

Se parece com uma escadaria – talvez uma estrutura de pirâmide?

Eu atribuo isto aos anjos caídos e Nefilins… atividade demoníaca de alta tecnologia.

Não acredito em alienígenas, mas acredito que temos estado por todo este planeta muitas vezes no nosso passado.
Não é segredo que as comunidades que comentam sobre conspirações por muito tempo têm acreditado que pirâmides e estruturas de degraus serviram um papel diferente do atribuído a elas pelos arqueólogos e historiadores.  Proponentes da história alternativa estão convencidos que alienígenas com tecnologia avançada visitaram a Terra num passado distante e administraram a construção de pistas de pouso e faróis. Eles teriam transmitido seu conhecimento aos povos da antiga Suméria e Egito, bem como às culturas da América do Sul.  Ao longo do tempo, o propósito real destes, erradamente chamados, ‘monumentos’ se perdeu e a nossa conexão com os alienígenas agora está dormente sob grossas camadas de terra e vegetação.
Mas poderia haver uma outra explicação por detrás desta controversa estrutura: Os gigantes, construtores igualmente controversos de muitas estruturas megalíticas
Os filhos dos Nefilins possuíam grande força, inteligência e eles tinham um orgulho que era tão grande quanto ao seu tamanho. Muitas estruturas da antiguidade são creditadas à estes construtores e a escadaria da Antártica poderia ser uma delas.
Esta recente descoberta ocorre somente algumas semanas após outra ruína não identificada ter sido encontrada sob o gelo da Antártica.
Se há pirâmides na Antártica, é razoável dizer que nossa compreensão da história da Terra está incompleta, na melhor das hipóteses.

Fonte : OvniHoje.

Físico descobre uma nova e misteriosa forma de vida na Antártida




Recentemente, Serguéi Bulat, chefe do laboratório de criobiologia da Universidade de Física Nuclear de São Petersburgo, anunciou a descoberta de uma bactéria misteriosa em um lago subglacial na Antártida. O genoma do micro-organismo difere em 86% de qualquer outra forma de vida conhecida na Terra. 

A descoberta foi possível já que, após perfurar quatro quilômetros de gelo, os cientistas conseguiram acessar pela primeira vez as águas do Vostok, um enorme lago subterrâneo encontrado por pesquisadores soviéticos em 1959. As características genotípicas únicas do bacilo, que foi chamado de w123-10, transformaram-no em espécime particularmente interessante para os geneticistas. Acredita-se que o fato da bactéria ter se desenvolvido tão distante da superfície do planeta foi o que possibilitou uma discrepância tão significativa em relação a outras formas de vida na Terra. 

Há evidências da existência de lagos com características similares ao de Vostok em três luas de Júpiter e em uma de Saturno. Por isso, o w123-10 poderá estimular os cientistas a procurar vida extraterrestre nas águas desses planetas.


Fonte: SuperCurioso

A Nasa confirma que um objeto não identificado aproxima-se da Terra

A Nasa confirmou a chegada de um OVNI de cerca de 1 km. Aproximação máxima ocorre em fevereiro.

Asteroide ou cometa? O objeto WF9 está em aproximação com a TerraAsteroide ou cometa? O objeto WF9 está em aproximação com a Terra

#Nasa confirmou hoje a existência de um estranho objeto não identificado que encontra-se em rota de aproximação com o planeta Terra. Parece coisa de ficção científica, mas não é. A Agência Espacial Americana detectou o OVNI em novembro de 2016 e, após meses de observação e estudo, ainda não sabe a natureza do objeto.
Seria uma nave alienígena? É muito pouco provável, ao contrário do que gostariam os alarmistas e os profetas apocalípticos de plantão. Descoberto pela equipe do projeto NEOWISE, da própria NASA, o objeto recebeu a identificação de 2016 WF9. O objetivo deste projeto, que usa dados de um telescópio lançado em 2009 chamado Wide-field Infrared Survey Explorer (Wise), é detectar a aproximação de objetos potencialmente perigosos da Terra.
Até o momento, vários objetos celestes já foram identificados e agora são monitorados, incluindo o #CometaC/2016 U1, que tem grandes chances de se tornar visível nos céus nas próximas semanas. O grande mistério do WF9 é exatamente este. Embora tenha sido identificado, os cientistas da NASA não chegaram a um consenso sobre a sua definição ou sua origem.
A probabilidade é de que o WF9 seja ou um cometa ou um asteroide. A chance de um ataque alienígena à la "Indenpendence Day" está fora de cogitação. Brincadeira à parte, o que se sabe é que o objeto tem cerca de 1 km de diâmetro e sua aproximação máxima ocorrerá no próximo mês de fevereiro. A Nasa, através do Laboratório de Propulsão a Jato, estima que o WF9 deve chegar a cerca de 52 milhões de quilômetros de distância da Terra.
A distância parece muito, mas nem tanto. Equivale a cerca de 0.33 UA (Unidade Astronômica). Uma UA, por sua vez, tem como base a distância média entre a Terra e o Sol (150 milhões de quilômetros). Ou seja, não existe risco de colisão com o planeta.
Na verdade, não é isso com o que os cientistas da Nasa estão preocupados. Eles estão mais interessados em descobrir o que é o WF9 realmente. Ele tem características tanto atribuídas a um cometa como a um asteroide. Ou seja, embora seja rochoso ou metálico, é escuro e não possui a característica nuvem de poeira e gelo encontrada em cometas. Isso é o que está deixando todos confusos.
Por enquanto, não há muito o que fazer a não ser observar a trajetória do astro celeste. À medida em que aproxima da Terra, astrônomos do mundo inteiro, profissionais ou amadores, poderão aproveitar para estudá-lo. Compreender como os cometas e asteroides são formados e qual é a sua origem é de suma importância, pois permitirá ao homem descobrir como o sistema solar se formou, afirmam os especialistas. 

Foi encontrada semelhança entre Terra e Plutão


Sonda New Horizons continua a enviar informações da aproximação histórica do planeta-anão

Uma nova imagem da superfície de Plutão enviada pela sonda New Horizons revela a existência de "torres" de gelo, um fenômeno que, de acordo com o Science Alert, era entendido como algo exclusivo da Terra.

Enquanto na Terra estas formações de gelo têm o aspecto de lâminas, com pouco mais de um metro, em Plutão estas torres têm até 500 metros de altura. Estas formações na superfície de Plutão cativaram a curiosidade dos investigadores da NASA, que depois de maior análise chegaram à conclusão que se trata do mesmo fenômeno que acontece na Terra em altas altitudes.
“O tamanho gigantesco [das torres de gelo] é descrito pela mesma teoria que explica a formação destas características na Terra. Na verdade, conseguimos estabelecer o tamanho e separação, a direção dos cumes assim como a sua idade”, explicou John Moores, um dos responsáveis pela investigação na Universidade de York, no Canadá.

ASTRÓNOMOS PREVEEM UMA EXPLOSÃO QUE IRÁ MUDAR O CÉU NOTURNO

Este gráfico mostra a forma do sistema binário de contacto KIC 9832227, à medida que a estrela mais pequena eclipsa parcialmente a maior. Para efeitos de escala, a estrela maior tem um raio 40% maior que o do Sol. O plano orbital está inclinado 53º em relação ao nosso ponto de vista.
Crédito: Larry Molnar
(clique na imagem para ver versão maior)


O professor Larry Molnar, de Calvin College, e seus alunos, juntamente com colegas do Observatório Apache Point (Karen Kinemuchi) e da Universidade de Wyoming (Henry Kobulnicky), estão a prever uma mudança no céu noturno que será visível a olho nu. Na passada sexta-feira foi realizada uma conferência de imprensa onde Molnar partilhou como uma previsão que ele fez em 2015, da fusão de uma estrela binária no futuro próximo, está a progredir da teoria à realidade.
"A probabilidade de conseguirmos prever uma explosão é de uma num milhão," comenta Molnar acerca do seu prognóstico audacioso. "Nunca foi feito antes."
A previsão de Molnar é a de que uma estrela binária (duas estrelas que se orbitam uma à outra), que está a acompanhar, vai fundir-se e explodir em 2022, mais ano menos ano; nessa altura a estrela aumentará dez mil vezes de brilho, tornando-se por algum tempo uma das estrelas mais brilhantes do céu. A estrela será visível como parte da constelação de Cisne, e acrescentará uma estrela ao padrão estelar reconhecível do Cruzeiro do Norte.

Uma pergunta leva à exploração
A exploração da estrela conhecida como KIC 9832227, por Molnar, começou em 2013. Ele participava numa conferência de astronomia quando a sua colega e astrónoma Karen Kinemuchi apresentou o seu estudo das mudanças de brilho da estrela, que concluiu com uma questão: é pulsante ou é um binário?
Também presente na conferência, estava o então estudante de Calvin College Daniel Van Noord, assistente de pesquisa de Molnar. Ele tomou a questão como um desafio pessoal e fez algumas observações da estrela com o Observatório Calvin.
"Ele observou como a cor da estrela se correlacionava com o brilho e determinou que era definitivamente um sistema duplo," salienta Molnar. "De facto, ele descobriu que era um binário de contacto, no qual das duas estrelas partilham uma atmosfera comum, como dois amendoins que partilham uma única casca.
"A partir daí, Dan determinou um período orbital preciso a partir dos dados de Kinemuchi e do satélite Kepler (pouco menos de 11 horas) e ficou surpreso ao descobrir que o período era ligeiramente inferior ao mostrado por dados anteriores," continua Molnar.
Este resultado trouxe à mente o trabalho publicado pelo astrónomo Romuald Tylenda, que estudou os arquivos observacionais para ver como outra estrela (V1309 Scorpii) se comportou antes de explodir inesperadamente em 2008 e produzir uma nova vermelha (um tipo de explosão estelar apenas recentemente reconhecida como distinta de outros géneros). O registo de pré-explosão mostrou um binário de contacto com um período orbital decrescente e a um ritmo cada vez maior. Para Molnar, este padrão de alteração orbital foi uma "pedra de Rosetta" para interpretar os novos dados.

Fazendo uma previsão ousada
Ao observar a continuação da mudança de período em 2013 e 2014, Molnar apresentou efemérides orbitais ao longo de um espaço de tempo de 15 anos na reunião de janeiro de 2015 da Sociedade Astronómica Americana, fazendo a previsão de que KIC 9832227 poderia estar a seguir as pegadas de V1309 Scorpii. No entanto, antes de levar a hipótese demasiado a sério, seria necessário excluir outras interpretações mais mundanas da mudança de período.
Nos dois anos que se seguiram a essa reunião, Molnar e a sua equipa realizaram dois fortes testes observacionais das interpretações alternativas. Primeiro, as observações espectroscópicas descartaram a presença de uma terceira estrela companheira com um período orbital. Em segundo lugar, a velocidade de diminuição do período orbital, ao longo destes dois últimos anos, seguiu a previsão feita em 2015 e agora excede aquela observada noutros binários de contacto.

Passando da teoria à realidade
"Resumindo: nós pensamos que a nossa hipótese de fusão estelar deve ser levada a sério agora e nós deveríamos usar os próximos anos para a estudar intensamente, para que se explodir, sabermos exatamente o que levou a essa explosão," afirma Molnar.
Para esse fim, Molnar e colegas vão observar KIC 9832227 no próximo ano em toda a gama de comprimentos de onda: usando o VLA (Very Large Array), o IRTF (Infrared Telescope Facility) e o XMM-Newton para estudar a emissão da estrela dupla no rádio, no infravermelho e em raios-X, respetivamente.
"Caso a previsão de Larry esteja correta, o seu projeto demonstrará, pela primeira vez, que os astrónomos podem capturar a morte de certas estrelas binárias e que podem acompanhar os últimos anos de uma 'espiral da morte' estelar até ao ponto da explosão dramática e final," comenta Matt Walhout, decano para pesquisa e bolsas de Calvin College.

Assistindo com admiração
"O projeto é importante não só por causa dos resultados científicos, mas também porque é provável que capture a imaginação das pessoas," realça Walhout. "Se a previsão estiver certa, então pela primeira vez na história, os pais vão poder apontar para uma zona escura no céu e dizer, 'Olhem, filhos, está ali uma estrela escondida, mas em breve vai brilhar."
Molnar diz que este é o começo de uma história que se desenrolará ao longo dos próximos anos e que as pessoas de todos os níveis podem participar.
"O tempo orbital pode ser verificado por astrónomos amadores," salienta Molnar. "É incrível o equipamento que os astrónomos amadores possuem hoje em dia. Podem medir variações de brilho ao longo do tempo para esta estrela de magnitude 12, à medida que eclipsa, e ver por si mesmos se continua como previsto ou não."

sábado, 7 de janeiro de 2017

Plano contra “Asteroide do Apocalipse” é revelado em chocante declaração da Casa Branca

Preparem-se, pois a Casa Branca está preocupada com asteroides e cometas que possam colidir com a Terra, e fez uma surpreendente ‘declaração sobre um plano para o apocalipse’.  As autoridades governamentais dos EUA estão trabalhando para aperfeiçoar um plano de emergência, projetado para evitar o risco de um apocalipse causado por um cometa ou asteroide. A declaração foi feita logo após a NASA ter avistado um cometa que irá passar próximo da Terra em fevereiro.
A Terra é frequentemente impactada por pequenos asteroides, os quais são tão pequenos que tendem a queimar e serem consumidos ao entrarem na atmosfera terrestre, não sendo notados pelas pessoas. Contudo, têm havido eventos devastadores, como o impacto de Chelyabinsk, na Rússia em 2013, e o de Tunguska, também na Rússia em 1908, o qual destruiu por volta de 2000 quilômetros quadrados de terra.
O documento foi escrito pelo Grupo de Trabalho Inter-Agência para a Detecção e Mitigação de Impactos de Objetos Próximos à Terra / Em Direção à Terra, de sigla em inglês DAMIEN.
Recentemente, a Casa Branca revelou sua Estratégia para a Preparação [contra] Objetos Próximos à Terra, de sigla NEO em inglês (Near Earth Objects), a qual almeja fornecer uma solução contra asteroides e cometas que poderiam impactar o nosso planeta no futuro.


A ideia é a de aguçar os nossos sistemas de alerta e investir em sondas espaciais futuristas que poderiam nos ajudar a prevenir uma colisão com estes corpos celestes.
O primeiro e mais importante passo é o de melhorar nossos métodos de detecção, dessa forma os cientistas podem alertar os especialistas em defesa sobre objetos próximos da Terra que sejam potencialmente apocalípticos.
Além disso, os especialistas dizem que precisamos trabalhar na criação de sondas espaciais com inteligência artificial e carregá-las com lasers e sensores de alta tecnologia.
Para prevenir que uma rocha espacial colida com a Terra, os especialistas planejam lançar poderosos foguetes, para interceptarem essas rochas e calcularem seus tamanhos e pesos aproximados, que são dois dos detalhes mais cruciais sobre objetos em rota de colisão com a Terra.
Após o equipamento agregar os dados, os especialistas em defesa poderão projetar um plano de ação.
A declaração veio logo após a NASA ter avistado um cometa que voará próximo da Terra em fevereiro
Um especialista escreveu no documento:
A interrupção de um NEO pode ser necessária se houver pouco tempo de alerta, ou se o objeto for muito grande. As tecnologias necessárias para desviar um NEO para longe da Terra podem ser usadas, mas para interromper ou desviar um objeto grande, pesquisa e desenvolvimento de soluções de alta energia são necessárias.
Após avistar um asteroide com o potencial de colisão com a Terra, o próximo passo é o de alertar a população. O documento sugere que os Estados Unidos reaja de forma similar a um alerta de furação e declare uma emergência nacional por todos os estados.
Mas e se você não estiver nos EUA?  O plano de detecção irá funcionar?
Embora o programa permitirá aos especialistas detectarem ao redor do globo as rochas vindas em nossa direção, ainda não está claro se os EUA investirá e preparará a tecnologia avançada para proteger o resto do planeta.
O documento de estratégia relaciona sete metas:
  1. Melhorar as habilidades de rastreamento e classificação do país quanto aos NEOs
  2. Descobrir como mover ou explodir um NEO ameaçador
  3. Melhorar nossos modelos e previsões
  4. Elaborar procedimentos emergenciais, caso um NEO não possa ser desviado
  5. Criar sistemas de alarme e estratégias de recuperação
  6. Incluir outros países em nosso planejamento
  7. Organizar protocolos e limiares para auxiliarem nas rápidas tomadas de decisão