sábado, 18 de abril de 2015

Mensagens secretas são reveladas no mais antigo livro da Idade das Trevas



Uma nova análise de um lendário livro medieval revelou imagens secretas que estavam escondidas nas suas margens durante séculos - incluindo rostos fantasmagóricos e poesias há muito perdidos.

Escrito em 1250, o "Livro Negro de Carmarthen" é o mais antigo manuscrito medieval escrito exclusivamente em galês. Ele contém poemas e histórias de lendas proféticas e heróis da “Idade das Trevas”, incluindo algumas das primeiras referências ao Rei Arthur e ao mago Merlin.
As mensagem secretas do livro foram descorbertas por pesquisadores da Universidade de Cambridge que usaram luz ultravioleta e software de edição de fotos. Ali, perceberam que a obra continha ainda mais: texto e fotos nas margens, incluindo rostos fantasmagóricos, um fato, que, recentemente, dominou a imaginação de pessoas em todo o mundo.
"As margens do manuscrito contêm, frequentemente, reações da época medieval e começo da idade moderna ao texto, e estes podem lançar luz sobre o que os nossos antepassados pensavam sobre o que eles estavam lendo", disse Myriah Williams, que faz PhD no Departamento de Estudos Anglo-Saxônicos, Noruegueses e Célticos de Cambridge, em comunicado à imprensa.
Acredita-se que o clérigo e colecionador de manuscrito Jaspar Gryffyth, que adquiriu o livro, no século 16, apagou todos os desenhos e escritos extras nas margens do livro.
Assim chamado por conta da cor da sua encadernação, o "Livro Negro de Carmarthen" foi impresso em papel vegetal ou pele de animal. Atualmente ele está na Biblioteca Nacional do País de Gales. Os pesquisadores planejam seguir com as análises do livro na esperança de descobrir ainda mais imagens e textos perdidos.

Fonte: Huffinton Post 
Inexplicáveis sinais de rádio captados pelo Telescópio Parkes, na Austrália estão intrigando astronômos e astrofísicos pelo mundo, que não encontraram ainda nenhuma resposta para o fenômeno. Seria algum tipo de contato não-humano ou um mero fenômeno do Universo que desconhecemos?
Os radiotelescópios australianos detectaram sinais chamados RRRs, algo como rajadas rápidas de rádio. Isso vem ocorrendo desde 2001, mas agora a diferença é que a captação deste sinal foi “ao vivo”, no ano passado. Até então, os sinais anteriores foram identificados no momento da análise de dados gravados.
Estas RRRs duram somente poucos milissegundos, mas possuem uma força incrível: cada uma apresenta a mesma energia que o Sol libera durante um mês.
Sabe-se muito pouco sobre estes misteriosos sinais e seus padrões estão fora de tudo o que se conhece. Além disso, eles apresentam um rigor incrível de alinhamento: as 10 ondas captadas até o momento possuem medidas de dispersão múltiplas do número: 187,5. Por quê? Temos apenas especulações para esta questão.
A primeira hipótese é que há cinco fontes dessas RRRs que estão a distâncias regulares do nosso planeta, a bilhões de anos-luz. Outra alternativa é que estes sinais não são emitidos de tão longe, mas de algum lugar da Via Láctea. Especula-se ainda que satélites espiões possam ser a origem da RRRs.
Há ainda a hipótese de que os sinais partam de corpos celestes desconhecidos, ou, uma outra possibilidade, mencionada pelos três pesquisadores envolvidos no estudo deste fenômeno, é de que "uma fonte artificial (humana ou não-humana) deve ser considerada". A análise dos sinais foi feita pelos pesquisadores Michael Hippke, Wilfried F. Domainko e John G. Learned.



Sensor capaz de detectar vida extraterrestre é testado com sucesso no Arizona


Um sensor capaz de dedectar indícios de vida extraterrestre foi lançado, recentemente, para testes na estratosfera no nosso planeta. Trata-se do Planetary Atmospheres Minor Species Sensor (PAMSS) que, segundo seus idealizadores, tem o potencial de detectar gases específicos em concentrações extremamente baixas - baixos níveis de metano podem indicar que há algum material orgânico. O sensor, levado ao céu por um balão, passou com sucesso por um teste de resistência em Tucson, no Arizona, e mostrou que pode suportar o frio extremo e pressões baixas do espaço próximo. O projeto é liderado pelo físico Robert Peale, da Universidade Central da Florida.
O sensor foi levado a 32 mil metros de altitude e submetido a temperaturas de -59°C. O aparelho, do tamanho de uma torradeira, usa um laser infravermelho, do tamanho de um grão de sal, para detectar pequenas quantidades de gás. Atualmente, boa parte das sondas atmosféricas são incapazes de medir a concentração de vapores ou traços de gases.
Caso comprove sua eficiência, o PAMSS pode ser usado pela Nasa para identificar pequenas quantidades de metano em outros mundos, como Marte, a lua Europa (de Júpiter) e lua Enceladus (de Saturno). Baixos níveis de metano já foram detectados em Marte onde acredita-se que os níveis deste gás podem ser maiores. Os cientistas agora querem explorar essa possibilidade mais de perto, na esperança de que possa haver vida em algum lugar abaixo da superfície.
Além das aplicações extraterrestres, essa sonda também pode ser útil na Terra, no monitoramento  de mudanças na camada de ozônio, bem como ajudar na detecção de vestígios de gás em testes de respiração no diagnóstico de doenças.
A primeira coleta de dados deste primeiro teste do PAMSS ainda será analisado, mas os pesquisadores estão empolgados e acreditam que muitas novidades estão por vir.

Crédito: Diversepixel - Shutterstock.com