quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Encontrada cidade egípcia com mais de 5 mil anos de idade


Nova descoberta arqueológica confirma história bíblica

Um grupo de arqueólogos israelenses acaba de revelar a descoberta de um santuário e seu portal antiquíssimo, confirmando, assim, a veracidade histórica do conto bíblico do rei Ezequias.

Na Bíblia, narra-se como Ezequias, que reinou naquela região no século VIII a.C., “removeu os altares pagãos, esmagou as pedras sagradas e quebrou as imagens da deusa Aserá”, em uma tentativa de abolir a adoração das divindade proibidas.

Os pesquisadores desenterraram na cidade de Tel Lachish o portal inteiro, cuja primeira parte havia sido descoberta há várias décadas por uma expedição financiada pelo Reino Unido e pela Universidade de Tel Aviv.

De acordo com Sa’ar Ganor, diretor Autoridade de Antiguidades de Israel, “o tamanho do portal coincide com os conhecimentos históricos e arqueológicos que possuímos”. A porta é a entrada para uma área de 24,5 metros quadrados, onde foram encontradas seis câmaras orientadas para a rua principal da antiga cidade.


O Ministro de Assuntos Estratégicos, Ze’ev Elkin, afirmou que descobertas como essa confirmam “como os contos bíblicos que conhecemos se transformam em fatos históricos e arqueológicos”.

Fontes: Live ScienceRT

Imagem destaque: (reconstituição digital do portal da antiga cidade) -  arquitetos Ram Shoaf e Hila Berger-Onn/Israel Antiquities Authority Conservation Department

Imagens no corpo do texto (de cima para baixo): Guy Fitoussi - Israel Antiquities Authority / Clara Amit - Israel Antiquities Authority/ Yoli Shwartz - Israel Antiquities Authority/  

UM DOS MAIORES OBJETOS DO UNIVERSO FOI DESCOBERTO ATRÁS DA VIA LÁCTEA

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Uma equipa de astrónomos descobriu algo incrível atrás da nossa galáxia: uma das maiores estruturas já encontradas no Universo. Chamado de Superaglomerado de Vela, o objeto é um grupo maciço de vários conjuntos de galáxias, cada um com centenas ou milhares de galáxias.
“Não conseguia acreditar que uma estrutura tão grande se estendesse tão proeminente depois de observar aquela região do espaço”, relata Renée Kraan-Korteweg, astrofísica da Universidade de Cape Town, na África do Sul.
A descoberta do Superaglomerado de Vela, que herdou o nome da constelação onde foi descoberto, foi publicada por Kraan-Korteweg na Monthly Notices Letters of the Royal Astronomical Society.
Pode ser difícil acreditar que um objeto tão grande possa ter passado despercebido, mas a Via Láctea hospeda milhares de milhões de estrelas, planetas e nuvens coloridas de gás e poeira.
Basicamente, a nossa galáxia é um parque de diversões brilhante para estudar objetos individuais, como buracos negros, a formação de sistemas solares alienígenas ou planetas extrasolares potencialmente habitáveis.
Mas, se um astrónomo quiser investigar o resto do Universo, para lá da Via Láctea, ainda tem muito mais pela frente.
O nosso Sistema Solar é apenas uma pequena fração do Universo
(dr) STScI / NASA / ESA  O nosso Sistema Solar é uma pequena fração do Universo

Um gigante escondido atrás da Via Láctea

A astrofísica Kraan-Korteweg e os seus colegas combinaram as observações de vários telescópios: o recém-reformado Grande Telescópio da África do Sul (SALT), perto da Cidade do Cabo, o Telescópio Anglo-Australiano (AAT), perto de Sydney, e os exames de raios-X do Plano Galáctico.
Usando todos os dados, os cientistas calcularam a rapidez com que cada galáxia se estava a afastar da Terra. A análise revelou que todas as galáxias pareciam estar a mover-se ao mesmo tempo – indicando um conjunto de galáxias que não podiam ser vistas.
“Tornou-se óbvio que estávamos a descobrir uma enorme rede de galáxias, que se estendia muito mais do que esperávamos”, adiantou Michelle Cluver, astrofísica da Universidade do Cabo Ocidental, na África do Sul.
Segundo os investigadores, o Superaglomerado Vela tem aproximadamente a mesma massa do Superaglomerado Shapley, que contém cerca de 8.600 galáxias e está localizado a cerca de 650 milhões de anos-luz de distância.
Considerando que uma galáxia típica tem cerca de 100 mil milhões de estrelas, os cientistas estimam que a estrutura descoberta possa conter entre 1.000 e 10.000 milhões de biliões de estrelas.
Os cálculos também revelam que o Superaglomerado Vela está a cerca de 800 milhões de anos-luz de distância e está a afastar-se cada vez mais a uma velocidade de cerca de 18 mil quilómetros por segundo.
Apesar dessa distância crescente, no entanto, a influência de Vela não pode ser negada. Os investigadores dizem que a força gravitacional do objeto está a acelerar o Grupo Local de Galáxias, que inclui a Via Láctea, em cerca de 177 mil km/h, ou 50 km/s.
Esta nova descoberta pode ajudar os cientistas a descobrir mais sobre a história da Via Láctea.
Fonte : ZAP / Hypescience

Estariam estas fotos da NASA mostrando ruínas de cidades em Marte?

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De acordo com pesquisadores do fenômeno dos OVNIs, há evidências conclusivas de que uma civilização antiga existiu em Marte.  Como prova, eles apontam às imagens vindas de Marte, as quais mostram numerosas estruturas similares a cidades cercadas por muros.

Localiza próxima da Elysium Planitia, a cerca do equador de Marte, está uma série de estruturas que têm gerado debate online sobre a vida antiga em Marte. As controversas imagens foram tiradas pelo satélite Mars Reconnaissance Orbiter –MRO, da NASA.
Embora esses pesquisadores acreditem que estas possíveis estruturas estejam mostrando sinais de civilizações antigas em Marte, especialistas sugerem que a Elysium Planitia era uma região altamente vulcânica, o que significa que este tipo de atividade pode ter formado as estruturas peculiares que vemos hoje.

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Contudo, um vídeo publicado no YouTube pelo canal United Family of Anomaly Hunters, argumenta o contrário, apresentando como prova várias imagens da NASA tiradas próximas do equador de Marte.


O grupo alega que muitas das imagens aéreas da Elysium Planitia parecem mostrar estruturas corroídas, cercadas por anéis.
Os usuários do YouTube têm opiniões diversas sobre a descoberta: “Há estruturas similares à estas por toda a América do Sul”, disse um deles. “Acredito piamente que Marte ainda tem alguns restos de sua civilização vivendo no subsolo”, comentou outro.


Porém, outros não estão convencidos de que estas estruturas sejam evidência de algo além de atividade vulcânica.
“Você deveria mudar o nome do seu canal para ‘Geologia Marciana’, porque é isso que realmente estamos olhando”, escreveu outro leitor.
Curiosamente, no passado até mesmo cientistas se manifestaram sugerindo que vida avançada uma vez existiu em Marte.
Especialistas descobriram que Marte tem uma alta concentração anormal de Xenon 129 em sua atmosfera. Acontece que o gás isótopo Xenon 129 é produzido por reações nucleares, de acordo com o Dr. J. Brandenburg.
Além desse enorme mistério, os pesquisadores descobriram que a superfície de Marte está excesivamente coberta por urânio e tório. Isto levou alguns cientistas, como o Dr. Brandenburg, a concluírem que é muito provável que duas explosões nucleares anômalas ocorreram em Marte no passado distante.
“…com base em novos dados, a evidência que durante este período de clima similar ao da Terra, a evolução biológica produziu, extensivamente, uma civilização humanoide, deixando ruínas em vários locais, Cydonia Mensae Galaxias Chaos sendo dois locais mais intensamente investigados.  Dados destes locais formaram a base para a Hipótese Cidoniana (Brandenburg, DiPietro, and Molenaar, 1991) de uma civilização antiga, indígena em Marte”, argumenta o Dr. Brandenburg num trabalho científico.
O Dr. Brandenburg concluiu – após passar por todos os dados disponíveis – que pelo menos duas enormes explosões ocorreram com aparelhos de fusão, similares aos projetados na Terra.


 Fonte  n3m3