terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CATÁSTROFE À VISTA: Novo Asteroide, tem Grande Potencial de Atingir o Planeta Terra

O Recém-Descoberto asteroide 2014 UR116 poderia se Aproximar a distância Uma Perigosa Para uma Terra a Cada Três ano e causar Danos significativos, de a Acordo com OS Cientistas Russos.
"Se ESSE Corpo Espaço cai na Terra, haverá catástrofe Uma", Disse o Cientista russo Nikolai Chugai em Uma entrevista a hum jornal russo. Por ágora, OS Cientistas São incapazes de determinar a dados de Exata SUA Possível Colisão com a Terra Porque POUCO ritmo se Passou from that o Objeto Que ESTÁ Sendo observado.
"Devemos Segui-lo de forma consistente. Porque se rápido você cometer hum Erro, haverá Uma catástrofe. Como consequencias PODEM sepulturas Ser muito", Disse o astrofísico russo Vladimir Lipunov hum Documentário publicado no sítio da Agencia Espacial Roscosmos. O TAMANHO fazer asteroide se aproxima da Terra e de 370 metros, OU SEJA, 20 vezes Maior Que fazer o meteorito Chelyabinsk. O Poder explosivo fazer asteroide, Descoberto POR Cientistas Russos em outubro, poderia tornar-se, se chocando com a Terra ATÉ 1.000 vezes a Potência da Explosão do meteorito Que Caiu em 15 de fevereiro de 2013, na Região russa Urais.




O cego sou eu...


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De longe o avistei, logo ao virar à esquerda, numa das esquinas do Centro de Maceió. Enquanto seguia em sua direção, refazia em minha cabeça o roteiro da cena que sucederia nos instantes seguintes. Agachei-me ao seu lado, toquei no seu ombro e disse: “Edmilson”, que parou imediatamente de tocar o seu pandeiro, “sou jornalista e gostaria de escrever a sua história”. Ele, mais conhecido como Ceguinho do Centro, aceitou. Mas não sem ressalvas. Pediu para que a entrevista acontecesse onde mora, no bairro do Benedito Bentes II. “Porque aqui”, alegou, “o pessoal fica de olho”.
Um dia se passou após meu primeiro contato com Edmilson naquela manhã de sol e mormaço. Era quarta-feira, por volta das 20h, quando bati à porta da sua casa. Agora sentado, confortavelmente, no velho sofá verde da pequena sala, frente a frente com ele e com nossos rostos nivelados, decifrei qual desafio estava posto. A cegueira a ser subvertida era a minha. Para enxergar Edmilson, reconheci que, ali, o cego era eu.
Engana-se quem acha que o Ceguinho do Centro não vê o mundo. A única diferença entre Edmilson e a maioria das pessoas reside na forma como ele traduz as coisas ao seu redor. Compreender sua perspectiva foi o mistério que me propus a desvendar