segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Vídeo: novo míssil norte-americano acerta alvo no espaço

Classificado como SM-3II, o novo armamento pode detectar ameaças de ataques de mísseis balísticos no espaço e neutralizá-los

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A Agência de Defesa Antimíssil dos EUA e a a empresa de armamentos Raytheon testaram com sucesso um míssil que tem a capacidade de interceptar mísseis inimigos no espaço.

Classificado como SM-3II, o novo armamento pode detectar ameaças de ataques de mísseis balísticos no espaço e neutralizá-los. Ele fez sua estreia após a neutralização de um míssil balístico lançado do destróier USS John Paul Jones da Marinha dos EUA.
Como é conhecido, a trajectória dos diversos mísseis balísticos de longo alcance atinge as camadas mais altas da atmosfera ou o espaço, efectuando o chamado voo suborbital, antes de atingir o alvo pré-determinado em terra.
"Agora a tecnologia se vem desenvolvendo", explicou o analista da Scout Warrior Kris Osborn, acrescentando que tais mísseis podem interceptar mísseis balísticos ainda no espaço.
O míssil de nova geração está sendo desenvolvido por Washington e Tóquio. Os EUA têm intenções de deslocar o míssil para a Polônia em 2018.
O diretor do programa SM-3II, Amy Cohen, afirmou que a estrutura do míssil permite alcançar maior sensibilidade de deteção.
"O míssil SM-3 Block IIA é uma versão mais potente do SM-3 IB em termos de propulsores e ogiva cinética, o que permite aumentar o período de tempo operacional", informou o comunicado da Agência da Defesa Antimíssil dos EUA.
A administração do presidente dos EUA Donald Trump classifica o desenvolvimento da defesa antimíssil como a prioridade número um na atual situação.
Com informações do Sputnik Brasil.
míssil
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Veja como a superfície de Marte mudou após erupção de seu vulcão gigante

 3 bilhões de anos atrás uma grande a erupção de um vulcão em Marte fez o planeta se deslocar por completo, mudando inclusive os rios e as calotas polares de lugar.
Um estudo divulgado neste mês pela Nature, revelou as mudanças de Marte no que concerne a crosta, o manto e o núcleo do planeta, uma vez que a erupção foi tão grande que inclinou toda a face de Marte em 25 graus.

De acordo com geofísicos e climatologistas que participaram do estudo, essa mudança inclusive oferece dados para o entendimento da superfície do planeta vermelho, na questão dos reservatórios de água e gelo. 
“Não conseguíamos entender porque os rios estão onde estão atualmente”, disse Sylvain Bouley, especialista em relevo de planetas da Universidade de Paris-Sud e autor do relatório. “Dão a impressão de estar distribuídos de maneira aleatória, mas se a superfície for empurrada, todos ficam numa mesma parte tropical”.
Segundo a equipe teria sido Tharsis, o maior vulcão do sistema solar, responsável por tais mudanças, já que a formação em Marte é dez mil vezes maior que o vulcão mais poderoso que temos na Terra.
“Se tal mudança ocorresse na Terra, Paris estaria hoje no Círculo Polar Ártico”, explicou Bouley. “Foi um fenômeno que durou centenas de milhões de anos”, completou o pesquisador, já que mesmo sendo uma grande mudança para o planeta, o processo de deslocamento na superfície marciana foi extremamente lento. 
Confira algumas imagens:

1 –  Foto foi tirada pelo orbitador Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), que revela o lado oeste de uma cratera de impacto nas latitudes medianas ao norte do planeta:

2 – Estes são os rastros deixados pelo veículo espacial Opportunity ao sul do planeta:

3 – Também tirada pela Opportunity, este é o limite da cratera Endeavor:

 4 – Este é o Grand Canyon marciano, que é 10 vezes mais longo, 20 vezes mais largo e cinco veze mais profundo do que Grand Canyon dos Estados Unidos:

5 – Echus Chasma, uma das maiores regiões de fonte de água em Marte.