terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Internauta descobre suposta enorme escadaria na Antártica



Imagens do Google Earth revelam a presença do que parece ser uma enorme escadaria na Antártica. Quem seriam os responsáveis, alienígenas ou gigantes?

Um debate acalorado está ocorrendo nos fóruns de conspiração, alimentado por uma suposta recente descoberta do que muitos alegam ser evidência de uma presença antiga e inexplicada na Terra. Muitos alegam que a estrutura, que se parece com uma gigantesca escadaria na encosta de uma montanha na Antártica, poderia ser o trabalho de alienígenas da antiguidade.
A pessoa creditada pela descoberta da estrutura disse que começou a olhar por pistas sobre civilizações antigas na Antártica, após ter feito parte de um debate sobre as recentes visitas de personalidades ao continente gelado. Recentemente, a Antártica foi visitada pelo ex-astronauta Buzz Aldrin, pelo Secretário de Estado dos EUA John Kerry e, de forma estranha, pelo Patriarca Russo Cirilo.
Caçadores de OVNIs têm alegado que o governo dos EUA está ciente da existência de uma extensa rede de ruínas antigas soterradas sob o gelo, ruínas que possuem tecnologia alienígena deixada para trás pelos visitantes extraterrestres.  Como resultado, o astronauta da NASA foi enviado para investigar se as naves extraterrestres, que poderiam ainda estar lá, eram similares às que ele viu quando estava na Lua.
Os mesmos entusiastas de OVNIs especularam que a missão de John Kerry à Antártica serviu para o mesmo propósito. O porquê de um líder religioso russo ter sido delegado à uma missão similar ainda permanece um mistério.
A pessoa que encontrou a suposta escadaria disse:

Esta manhã, no furgão de trabalho, estávamos conversando sobre conspirações… assim eu abri o Google Earth [e] me deparei com algo que parecia como uma escadaria gigantes.
Embora alguns propuseram que a suposta escadaria seja na verdade o resultado de um defeito topográfico na imagem do satélite, muitos estão convencidos que poderia ser os restos de um antigo marcador que leva à área de pouso de OVNIs. Eles alegam que nos tempos antigos, isto poderia ser equipado com algum tipo de farol para navegação, a fim de direcionar as máquinas extraterrestres ao seu destino.
Os seguintes comentários de internautas mostram claramente o que as pessoas acham desta recente descoberta:
Está mais para um local de pouso, do que escadaria.

Se parece com uma escadaria – talvez uma estrutura de pirâmide?

Eu atribuo isto aos anjos caídos e Nefilins… atividade demoníaca de alta tecnologia.

Não acredito em alienígenas, mas acredito que temos estado por todo este planeta muitas vezes no nosso passado.
Não é segredo que as comunidades que comentam sobre conspirações por muito tempo têm acreditado que pirâmides e estruturas de degraus serviram um papel diferente do atribuído a elas pelos arqueólogos e historiadores.  Proponentes da história alternativa estão convencidos que alienígenas com tecnologia avançada visitaram a Terra num passado distante e administraram a construção de pistas de pouso e faróis. Eles teriam transmitido seu conhecimento aos povos da antiga Suméria e Egito, bem como às culturas da América do Sul.  Ao longo do tempo, o propósito real destes, erradamente chamados, ‘monumentos’ se perdeu e a nossa conexão com os alienígenas agora está dormente sob grossas camadas de terra e vegetação.
Mas poderia haver uma outra explicação por detrás desta controversa estrutura: Os gigantes, construtores igualmente controversos de muitas estruturas megalíticas
Os filhos dos Nefilins possuíam grande força, inteligência e eles tinham um orgulho que era tão grande quanto ao seu tamanho. Muitas estruturas da antiguidade são creditadas à estes construtores e a escadaria da Antártica poderia ser uma delas.
Esta recente descoberta ocorre somente algumas semanas após outra ruína não identificada ter sido encontrada sob o gelo da Antártica.
Se há pirâmides na Antártica, é razoável dizer que nossa compreensão da história da Terra está incompleta, na melhor das hipóteses.

Fonte : OvniHoje.

Físico descobre uma nova e misteriosa forma de vida na Antártida




Recentemente, Serguéi Bulat, chefe do laboratório de criobiologia da Universidade de Física Nuclear de São Petersburgo, anunciou a descoberta de uma bactéria misteriosa em um lago subglacial na Antártida. O genoma do micro-organismo difere em 86% de qualquer outra forma de vida conhecida na Terra. 

A descoberta foi possível já que, após perfurar quatro quilômetros de gelo, os cientistas conseguiram acessar pela primeira vez as águas do Vostok, um enorme lago subterrâneo encontrado por pesquisadores soviéticos em 1959. As características genotípicas únicas do bacilo, que foi chamado de w123-10, transformaram-no em espécime particularmente interessante para os geneticistas. Acredita-se que o fato da bactéria ter se desenvolvido tão distante da superfície do planeta foi o que possibilitou uma discrepância tão significativa em relação a outras formas de vida na Terra. 

Há evidências da existência de lagos com características similares ao de Vostok em três luas de Júpiter e em uma de Saturno. Por isso, o w123-10 poderá estimular os cientistas a procurar vida extraterrestre nas águas desses planetas.


Fonte: SuperCurioso

A Nasa confirma que um objeto não identificado aproxima-se da Terra

A Nasa confirmou a chegada de um OVNI de cerca de 1 km. Aproximação máxima ocorre em fevereiro.

Asteroide ou cometa? O objeto WF9 está em aproximação com a TerraAsteroide ou cometa? O objeto WF9 está em aproximação com a Terra

#Nasa confirmou hoje a existência de um estranho objeto não identificado que encontra-se em rota de aproximação com o planeta Terra. Parece coisa de ficção científica, mas não é. A Agência Espacial Americana detectou o OVNI em novembro de 2016 e, após meses de observação e estudo, ainda não sabe a natureza do objeto.
Seria uma nave alienígena? É muito pouco provável, ao contrário do que gostariam os alarmistas e os profetas apocalípticos de plantão. Descoberto pela equipe do projeto NEOWISE, da própria NASA, o objeto recebeu a identificação de 2016 WF9. O objetivo deste projeto, que usa dados de um telescópio lançado em 2009 chamado Wide-field Infrared Survey Explorer (Wise), é detectar a aproximação de objetos potencialmente perigosos da Terra.
Até o momento, vários objetos celestes já foram identificados e agora são monitorados, incluindo o #CometaC/2016 U1, que tem grandes chances de se tornar visível nos céus nas próximas semanas. O grande mistério do WF9 é exatamente este. Embora tenha sido identificado, os cientistas da NASA não chegaram a um consenso sobre a sua definição ou sua origem.
A probabilidade é de que o WF9 seja ou um cometa ou um asteroide. A chance de um ataque alienígena à la "Indenpendence Day" está fora de cogitação. Brincadeira à parte, o que se sabe é que o objeto tem cerca de 1 km de diâmetro e sua aproximação máxima ocorrerá no próximo mês de fevereiro. A Nasa, através do Laboratório de Propulsão a Jato, estima que o WF9 deve chegar a cerca de 52 milhões de quilômetros de distância da Terra.
A distância parece muito, mas nem tanto. Equivale a cerca de 0.33 UA (Unidade Astronômica). Uma UA, por sua vez, tem como base a distância média entre a Terra e o Sol (150 milhões de quilômetros). Ou seja, não existe risco de colisão com o planeta.
Na verdade, não é isso com o que os cientistas da Nasa estão preocupados. Eles estão mais interessados em descobrir o que é o WF9 realmente. Ele tem características tanto atribuídas a um cometa como a um asteroide. Ou seja, embora seja rochoso ou metálico, é escuro e não possui a característica nuvem de poeira e gelo encontrada em cometas. Isso é o que está deixando todos confusos.
Por enquanto, não há muito o que fazer a não ser observar a trajetória do astro celeste. À medida em que aproxima da Terra, astrônomos do mundo inteiro, profissionais ou amadores, poderão aproveitar para estudá-lo. Compreender como os cometas e asteroides são formados e qual é a sua origem é de suma importância, pois permitirá ao homem descobrir como o sistema solar se formou, afirmam os especialistas. 

Foi encontrada semelhança entre Terra e Plutão


Sonda New Horizons continua a enviar informações da aproximação histórica do planeta-anão

Uma nova imagem da superfície de Plutão enviada pela sonda New Horizons revela a existência de "torres" de gelo, um fenômeno que, de acordo com o Science Alert, era entendido como algo exclusivo da Terra.

Enquanto na Terra estas formações de gelo têm o aspecto de lâminas, com pouco mais de um metro, em Plutão estas torres têm até 500 metros de altura. Estas formações na superfície de Plutão cativaram a curiosidade dos investigadores da NASA, que depois de maior análise chegaram à conclusão que se trata do mesmo fenômeno que acontece na Terra em altas altitudes.
“O tamanho gigantesco [das torres de gelo] é descrito pela mesma teoria que explica a formação destas características na Terra. Na verdade, conseguimos estabelecer o tamanho e separação, a direção dos cumes assim como a sua idade”, explicou John Moores, um dos responsáveis pela investigação na Universidade de York, no Canadá.

ASTRÓNOMOS PREVEEM UMA EXPLOSÃO QUE IRÁ MUDAR O CÉU NOTURNO

Este gráfico mostra a forma do sistema binário de contacto KIC 9832227, à medida que a estrela mais pequena eclipsa parcialmente a maior. Para efeitos de escala, a estrela maior tem um raio 40% maior que o do Sol. O plano orbital está inclinado 53º em relação ao nosso ponto de vista.
Crédito: Larry Molnar
(clique na imagem para ver versão maior)


O professor Larry Molnar, de Calvin College, e seus alunos, juntamente com colegas do Observatório Apache Point (Karen Kinemuchi) e da Universidade de Wyoming (Henry Kobulnicky), estão a prever uma mudança no céu noturno que será visível a olho nu. Na passada sexta-feira foi realizada uma conferência de imprensa onde Molnar partilhou como uma previsão que ele fez em 2015, da fusão de uma estrela binária no futuro próximo, está a progredir da teoria à realidade.
"A probabilidade de conseguirmos prever uma explosão é de uma num milhão," comenta Molnar acerca do seu prognóstico audacioso. "Nunca foi feito antes."
A previsão de Molnar é a de que uma estrela binária (duas estrelas que se orbitam uma à outra), que está a acompanhar, vai fundir-se e explodir em 2022, mais ano menos ano; nessa altura a estrela aumentará dez mil vezes de brilho, tornando-se por algum tempo uma das estrelas mais brilhantes do céu. A estrela será visível como parte da constelação de Cisne, e acrescentará uma estrela ao padrão estelar reconhecível do Cruzeiro do Norte.

Uma pergunta leva à exploração
A exploração da estrela conhecida como KIC 9832227, por Molnar, começou em 2013. Ele participava numa conferência de astronomia quando a sua colega e astrónoma Karen Kinemuchi apresentou o seu estudo das mudanças de brilho da estrela, que concluiu com uma questão: é pulsante ou é um binário?
Também presente na conferência, estava o então estudante de Calvin College Daniel Van Noord, assistente de pesquisa de Molnar. Ele tomou a questão como um desafio pessoal e fez algumas observações da estrela com o Observatório Calvin.
"Ele observou como a cor da estrela se correlacionava com o brilho e determinou que era definitivamente um sistema duplo," salienta Molnar. "De facto, ele descobriu que era um binário de contacto, no qual das duas estrelas partilham uma atmosfera comum, como dois amendoins que partilham uma única casca.
"A partir daí, Dan determinou um período orbital preciso a partir dos dados de Kinemuchi e do satélite Kepler (pouco menos de 11 horas) e ficou surpreso ao descobrir que o período era ligeiramente inferior ao mostrado por dados anteriores," continua Molnar.
Este resultado trouxe à mente o trabalho publicado pelo astrónomo Romuald Tylenda, que estudou os arquivos observacionais para ver como outra estrela (V1309 Scorpii) se comportou antes de explodir inesperadamente em 2008 e produzir uma nova vermelha (um tipo de explosão estelar apenas recentemente reconhecida como distinta de outros géneros). O registo de pré-explosão mostrou um binário de contacto com um período orbital decrescente e a um ritmo cada vez maior. Para Molnar, este padrão de alteração orbital foi uma "pedra de Rosetta" para interpretar os novos dados.

Fazendo uma previsão ousada
Ao observar a continuação da mudança de período em 2013 e 2014, Molnar apresentou efemérides orbitais ao longo de um espaço de tempo de 15 anos na reunião de janeiro de 2015 da Sociedade Astronómica Americana, fazendo a previsão de que KIC 9832227 poderia estar a seguir as pegadas de V1309 Scorpii. No entanto, antes de levar a hipótese demasiado a sério, seria necessário excluir outras interpretações mais mundanas da mudança de período.
Nos dois anos que se seguiram a essa reunião, Molnar e a sua equipa realizaram dois fortes testes observacionais das interpretações alternativas. Primeiro, as observações espectroscópicas descartaram a presença de uma terceira estrela companheira com um período orbital. Em segundo lugar, a velocidade de diminuição do período orbital, ao longo destes dois últimos anos, seguiu a previsão feita em 2015 e agora excede aquela observada noutros binários de contacto.

Passando da teoria à realidade
"Resumindo: nós pensamos que a nossa hipótese de fusão estelar deve ser levada a sério agora e nós deveríamos usar os próximos anos para a estudar intensamente, para que se explodir, sabermos exatamente o que levou a essa explosão," afirma Molnar.
Para esse fim, Molnar e colegas vão observar KIC 9832227 no próximo ano em toda a gama de comprimentos de onda: usando o VLA (Very Large Array), o IRTF (Infrared Telescope Facility) e o XMM-Newton para estudar a emissão da estrela dupla no rádio, no infravermelho e em raios-X, respetivamente.
"Caso a previsão de Larry esteja correta, o seu projeto demonstrará, pela primeira vez, que os astrónomos podem capturar a morte de certas estrelas binárias e que podem acompanhar os últimos anos de uma 'espiral da morte' estelar até ao ponto da explosão dramática e final," comenta Matt Walhout, decano para pesquisa e bolsas de Calvin College.

Assistindo com admiração
"O projeto é importante não só por causa dos resultados científicos, mas também porque é provável que capture a imaginação das pessoas," realça Walhout. "Se a previsão estiver certa, então pela primeira vez na história, os pais vão poder apontar para uma zona escura no céu e dizer, 'Olhem, filhos, está ali uma estrela escondida, mas em breve vai brilhar."
Molnar diz que este é o começo de uma história que se desenrolará ao longo dos próximos anos e que as pessoas de todos os níveis podem participar.
"O tempo orbital pode ser verificado por astrónomos amadores," salienta Molnar. "É incrível o equipamento que os astrónomos amadores possuem hoje em dia. Podem medir variações de brilho ao longo do tempo para esta estrela de magnitude 12, à medida que eclipsa, e ver por si mesmos se continua como previsto ou não."