terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Extraterrestres na Terra: será que ADN de polvo é de origem alienígena?

Foi descoberto que o genoma do polvo é muito diferente da de outros animais que habitam o nosso planeta

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, concluiu que polvos têm natureza alienígena – eis o que aponta um estudo publicado na revista científica Nature.
Foi descoberto que o genoma do polvo é muito diferente da de outros animais que habitam o nosso planeta. Assim, os cefalópodes possuem mais de 33 mil genes codificadores de proteínas, muito mais que o genoma humano tem.
Segundo um dos autores da pesquisa, Clifton Ragsdale, o sistema nervoso de polvo é o maior entre todos os invertebrados. O seu cérebro é muito bem desenvolvido, até lhe permitindo memorizar e aprender.
Ragsdale conta que "o zoólogo britânico Martin Wells dizia que polvo é de raça alienígena".
"Neste sentido, o nosso trabalho descreve o primeiro genoma sequenciado de um extraterrestre", afirma o cientista.
Os biólogos especializados em vida marinha apontam que o genoma de polvo pode ter sido transformado por uma força externa. Os genes do polvo são capazes de se reorganizar, embora sua função seja desconhecida.
Os pesquisadores dos EUA pretendem usar os resultados do estudo para as próximas pesquisas a fim de desvendar mais fatos sobre funcionamento dos mecanismos genéticos nos cefalópodos. 
Fonte : (Sputnik)

Megaestrutura alienígena agora conta com triplo sinal


O mistério da estrela que poderia abrigar uma megaestrutura alienígena acaba de se tornar ainda mais enigmático.
A estrela, conhecida como KIC 8462852, cintila de uma forma tão irregular que alguns astrônomos especulam que ela pode abrigar um gigantesco aparato alienígena de geração de energia, conhecido como esfera de Dyson.
Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, nos EUA, descobriu essa raridade cósmica analisando dados do telescópio espacial Kepler, que monitorou continuamente 100.000 estrelas entre 2009 e 2013. A luz da KIC 8462852 enfraquece em até 20% sem nenhum intervalo regular, o que significa que a variação não pode ser explicada pela presença de um planeta.
Vários astrônomos sugeriram uma série de explicações possíveis, mas foi Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual da Pensilvânia, quem primeiro defendeu que uma civilização extraterrestre avançada poderia ser responsável pelo sinal.
O Instituto SETI, que procura sinais de inteligência alienígena, logo se interessou pela estrela, mas as primeiras buscas não deram resultado.

Variações de brilho

Contudo, logo depois do alvoroço inicial, Bradley Schaefer, da Universidade Estadual da Louisiana, descobriu que a estrela estava registrada em antigas chapas fotográficas, coletadas de 1890 a 1989. Mais de 1.200 fotos mostraram que a estrela esmaeceu gradualmente em até 15% ao longo de um século.
Agora, Benjamin Montet e Joshua Simon, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, encontraram novas variações de brilho escondidas dentro dos dados do Kepler que foram analisados originalmente por Boyajian.
Na verdade, o brilho da estrela KIC 8462852 diminui em cerca de 0,34% ao ano – duas vezes mais rápido do que o cálculo de Schaefer. Além disso, em apenas 200 dias, o brilho da estrela caiu mais 2,5% antes de começar a nivelar, uma mudança muito mais rápida do que qualquer cálculo anterior.
Isto significa que a estrela passa por três tipos de perda de brilho: as quedas profundas que a tornaram famosa, o declínio relativamente lento observado ao longo de um século e uma queda anômala que ocorreu ao longo de duas centenas de dias.

Em busca de causas naturais

Até agora ninguém se arriscou a oferecer uma hipótese para explicar as anomalias da estrela.
“Podemos chegar a cenários que explicam uma ou talvez duas delas, mas não há nada que explique bem as três”, diz Montet.
E os ETs? Será que há mesmo uma estrutura construída por alienígenas que gostam de ficar mudando suas configurações ou que têm demandas de energia extremamente variáveis?
“Seria muito mais satisfatório pensar em uma única causa física que pudesse ser responsável por todas as variações de brilho que observamos. Mas ainda estamos lutando para imaginar o que poderia ser,” disse Simon.
Bibliografia:
KIC 8462852 Faded Throughout the Kepler Mission
Benjamin T. Montet, Joshua D. Simon
http://arxiv.org/abs/1608.01316

Garota afirma ser um alien preso em corpo humano


Sua fisionomia, totalmente modificada por tatuagens, cortes e piercings, causa todo o tipo de reações e lhe trouxe fama nas redes sociais.
No entanto, nada chama mais a atenção que suas palavras assertivas: ela diz não pertencer a este planeta. Seu corpo é uma verdadeira intervenção artística, resultado provavelmente de uma busca que não acaba nunca.
É que Grace Neutral (até seu sobrenome foi alterado) se esforça todos os dias para encontrar uma realidade que não corresponde a esse mundo. A garota de 25 anos, de Londres, também apelidada carinhosamente de “princesa alienígena”, não hesita em afirmar que sua alma pertence às estrelas. Isso se manifesta em uma das intervenções mais extremas que fez em seu corpo, quando aplicou tinta nos olhos, entre a esclera e a conjuntiva, de forma definitiva, para alcançar um aspecto sobrenatural em seu rosto e que é realmente impressionante.

Contudo, seus olhos ainda não são tão surpreendentes quanto as escarificações (técnica que consiste em produzir cicatrizes no corpo) em sua pele, como as da sua bochecha, com o formato da Lua, de sua orelha, que ficaram pontudas, como as dos míticos elfos, e de sua língua, que, após uma operação ficou bifurcada. As tatuagens, atualmente, são um detalhe (bem grande), que cobre seu corpo quase por completo. E elas lhe são muito familiares, muito mais que esse planeta, porque Grace é tatuadora e sua arte é um pêndulo entre o infantil e o obscuro, entre adagas e pequenas sereias da Disney.
Outras das várias intervenções cirúrgicas pelas quais ela passou eliminaram seu umbigo, marca universal do nascimento. Na verdade, segundo narra seu corpo, ela nunca nasceu: é um ser etéreo, mágico. Mas, no conjunto, tudo isso não deixa de ser um culto ao corpo, ao mais comumente mundano e terreno que um ser humano pode ser.