segunda-feira, 4 de maio de 2015

Enigmas da pirâmide de Quéops são decifrados


A pirâmide de Quéops e a Esfinge: dois dos símbolos do Egito. EFE

As investigações do arquiteto catalão Miquel Pérez-Sánchez, durante mais de dez anos, permitiram a reconstrução ordenada, com grande precisão, da pirâmide de Quéops, e a determinação de que ela estava coroada com uma esfera de mais de 2 metros. Pérez-Sánchez, que apresentou em 16 de abril passado a publicação de seu livro que apresenta sua tese de doutorado, explicou na apresentação que “da análise da pirâmide se deduz que ela era uma espécie de enciclopédia do saber de seu tempo“.
A Grande Pirâmide, que é a edificação mais importante do Reino Antigo, foi construída durante o reinado de Khufu (2550 a.C. a 2527 a.C.), o segundo faraó da IV Dinastia, a quem Herodo chamou de Quéops.  Foi a primeira das 7 Maravilhas do Mundo antigo e a única que permaneceu em pé.  Hoje ela é desprovida de seu revestimento original de blocos de pedra calcária branca, e seu cume perdeu 9 metros de altura.  Até agora não se conhecia seu formato original exato, assegura Pérez-Sánchez.  A esfera que coroava a pirâmide, diz o arquiteto, simbolizava o Olho de Horus e tinha um diâmetro de 2,7 metros, que é a medida do número e.  Esta esfera de coroação estava, por sua vez, associada ao Sol e Sirius, que é a estrela mais brilhante do céu, também associada a Isis.
As investigações do arquiteto, que contaram com o apoio de uma equipe multidisciplinar, permitiram desenhar o monumento com uma precisão de 4 decimais, o que representa “100 vezes mais do que precisão habitual da arquitetura“.  O desenho tridimensional da Grande Pirâmide permitiu descobrir suas medidas originais, analisar-las e entender o significado histórico do monumento.

Conhecimentos científicos inesperados

Pérez-Sánchez explicou que, além da esfera de coroação, hoje desaparecida, esta construção possibilitou conhecer “o ângulo de inclinação de 51,84º; a plataforma de apoio da esfera, o perímetro de pi (µ) em cúbitos reais, e a altura do vértice piramidal de 277.778 cúbitos reais, igual ao quociente da divisão de 1.000.000 por 3.600“.
O descobrimento do formato e das medidas originais da Grande Pirâmide, e sua reconstrução e análise, revelaram “uma arquitetura feita de puro filigrana matemático e geométrico, geodésico e astronômico“.
A superfície original da pirâmide, “hoje em estado de ruína“, era de 100.000 vezes o número pi (µ), o qual só foi descoberto 3.000 anos depois.  Os egípcios que idealizaram a pirâmide tinham “conhecimentos científicos inesperados, dentre os quais cabe destacar o uso do Teorema de Pitágoras – dois milênios antes do nascimento deste sábio de Samos, a precisão da definição do número de pi com 6 casas decimais, assim como o conhecimento do número das medidas da Terra, do Sol e de Sirius, com a antecipação de mais de 4.000 anos“.

Tumba… e cenotáfio comemorativo

A dependência geodésica da Grande Pirâmide foi confirmada por relações de escalas baseadas no sistema sexagesimal: “o meridiano terrestre pode ser obtido como sendo 43.200 vezes o perímetro da base em contato com a terra; o raio polar com sendo 43.200 vezes a altura total do monumento, e o perímetro médio da Terra como sendo 21.600 vezes o perímetro total da base“.
A partir dos dados astronômicos expressados por Plutarco, foi permitido situar o monumento em seu contexto histórico: “Na Grande Pirâmide, o faraó Khufu, na época que construiu sua tumba, edificou um cenotáfio comemorativo do Milênio do Dilúvio, em homenagem a seus antepassados mortos“.  Este feito explica o porquê de Snefru, pai de Khufu, construir durante seu reinado três pirâmides, em busca da pirâmide perfeita: “…este feito explica o esforço dos arquitetos de Khufu para incluir dentro da Grande Pirâmide os conhecimentos do passado“.
Desta forma, o arquiteto aponta em seu estudo que “a Grande Esfinge não é uma contemporânea das pirâmides que a rodeiam, mas pertence à uma civilização anterior que a esculpiu com o formato de leão, no oitavo milênio a.C.“.
E com estas informações não se pode deixar de pensar: Foram os próprios egípcios que adquiriram todos estes conhecimentos matemáticos e geométricos por si mesmos, ou teriam eles sido ensinados por outros?
Fontewww.abc.es

UFO e Rockefeller



O título do artigo pode parecer esquisito: UFO e Rockefeller?
Aparentemente nada de mais longe. Mas não é assim. A ideia do Leitor é "Ufo = homenzinhos verdes" ou pior "UFO = alucinações"? Um fenómeno bom só para os visionários?
Então pode ter chagado a altura de rever algo.

A televisão dedica espaço ao fenómeno UFO. Determinados canais (History Channel, por exemplo) transmitem séries sobre o assunto. Na maior parte dos casos são documentários bastante tristes, conduzidos por indivíduos que parecem gozar duma licença duma instituição para atrasados mentais. O resultado é uma mistura de teorias que vão desde a ficção científica até o puro delírio. Neles é possível encontrar pontos de interesse, mas para fazer isso é preciso conhecer o fenómeno e saber distinguir.
Dito assim, quase parece que estas série tenham como fim desacreditar o fenómeno. E em parte isso é verdade. Mas há o outro lado da medalha: não esquecemos que para quem acredita (e, ao mesmo tempo, tem um conhecimento superficial) boa parte do que é apresentado é "possível" quando não mesmo "realidade".
Depois há um outro aspecto, mais "culto", para quem não fica satisfeito com os alucinados das séries: é o Disclosure Project. Este apresenta-se bem, muito bem até, e captura a atenção com testemunhos e analistas que merecem respeito.
Um exemplo é dado por este vídeo. Bastante comprido (uma hora e meia...), vale a pena assistir caso o Leitor esteja mesmo interessado no assunto, pois os intervenientes são pessoas preparadas e não visionários.


Mas eis a dúvida: quem fica atrás do movimento Disclosure? Quem organiza as reuniões pelo mundo fora, quem paga?
A resposta é surpreendente. Mas só até um certo ponto.
Stephen Bassett, conferência Disclosure de 2014:

O embargo da verdade, que eu casualmente refiro, era um grande programa em que bilhões de dólares foram gastos, não só para manter o segredo, mas para manter as finanças em segredo, e manter os mass media sob controle, bem como os filantropos [...] e as universidades afastados.
Filantropos. Eis um termo que assusta. Bill Gates é filantropo. Oprah Winfrey, George Soros, Warren Buffett, Bono são todos filantropos. Mas no caso do Disclosure há um filantropo em particular: Laurance Rockefeller.
No site de Stephen Bassett há um inteiro capítulo dedicado ao filantropo Rockefeller. E também nas páginas do Disclosure não faltam citações no âmbito do projecto Starlight.
Um desses documentos é uma carta do The Starlight Coalition Project (o antecessor do Disclosure Project do Dr. Greer) assinada pelo Dr. Steven Greer e outros, solicitando ao presidente Clinton a desclassificação de documentos sobre extraterrestres e UFO.
Esta carta do Starlight Coalition Project foi o resultado da histórica reunião em Asilomar, Califórnia, que o Dr. Greer organizou e Laurance Rockefeller pagou em Junho de 1995, pouco antes da reunião de Clinton com Rockefeller, em Agosto de 1995.
A presença dum Rockefeller não é incómoda? Segundo o Project Disclosure não.
Como explicado pelo movimento (Annotated Proceedings of the Citizen Hearing on Disclosure, página 90):

Basicamente o que os documentos FOIA mostram é que o empresário bilionário, Laurance Rockefeller, tinha falado com a Casa Branca para que o governo revelasse a verdade por trás do mistério UFO. Existem vários Rockefeller; há Nelson Rockefeller, que era o menino político que corria para o governo, havia David que era o rapaz com o dinheiro, e havia Laurance Rockefeller que era o lado humanitário. Ele tinha uma licenciatura em filosofia na Universidade de Princeton e estava muito interessado neste fenómeno.


L. Rockefeller e H. Clinton


Um Rockefeller humanitário. Nada de política ou dinheiro, ele estava interessado só nos UFO.

E vamos ver este filantropo humanitário (biografia de Wikipedia versão inglesa):

Em 1937, herdou o lugar do seu avô no New York Stock Exchange. Serviu como curador da Fundação Rockefeller Brothers Fund por 42 anos, desde a sua criação em 1940 até 1982. Durante este tempo também actuou como presidente (1958-1980), mais do que qualquer ou líder na história do Fundo. Também era um fundador e administrador do Fundo da família Rockefeller.
Era uma figura de destaque no campo pioneiro do capital de risco, que começou como uma parceria conjunta com todos os cinco irmãos e a sua única irmã, Babs, em 1946. Em 1969, entrou no Venrock Associates, que fornecia importantes financiamentos para Intel e Apple entre muitas outras empresas de tecnologia e start-up, incluindo empresas envolvidas na área da saúde. Ao longo dos anos, os seus interesses de investimento variaram também nos campos da indústria aeroespacial, electrónica, física de altas temperatura, materiais compósitos, óptica, lasers, processamento de dados, termiônica, instrumentação e energia nuclear.
Não apenas Laurance estava profundamente envolvidos no sector financeiro, como também foi um dos fundadores do Fundo Rockefeller.
Enquanto o simpático Laurence era o director do Fundo Rockefeller, este organismo financiou um ambicioso estudo concebido por Nelson Rockefeller, para definir as principais questões e oportunidades dos Estados Unidos, esclarecer metas e objetivos nacionais e desenvolver os princípios que poderiam servir de base política nacional no futuro. E foi por isso que Nelson recrutou Henry Kissinger, que então se encontrava na faculdade de Harvard, em qualidade de director do projecto.
Nelson trouxe também pessoas como Edward Teller (Projecto Manhattan, laboratórios de Los Alamos), Charles Percy (senador republicano, presidente da Bell & Howell), Dean Rusk (Secretário de Estado), John Gardner (presidente da Carnegie Corporation), Henry Luce (magnate da imprensa: Time, Life, Fortune...), Gordon Evans Dean (presidente da Comissão dos EUA para a energia atómica), Roswell Gilpatric (secretário da Defesa). Esta alegre comitiva, da qual faziam parte também os Rockefeller Laurance e John D. III, tinha como objectivo uma série de projectos: questões radicais que iam desde a estratégia militar, a segurança, a política externa, a estratégia económica internacional e a reorganização do governo. E tinha um nome também: Prospect for America: The Rockefeller Panel Report.
O projecto foi finalmente publicado em 1961, apesar de algumas partes ainda estarem secretas. Mas o que é conhecido dá uma ideia. Página 35:
Vamos tentar, então, indicar sucintamente o que este painel tem em mente quando fala da possibilidade da América ajudar a moldar uma nova ordem mundial. A frase poderia ser facilmente mal interpretada, pois poderia ser tomadas no sentido duma Pax Americana: uma ambição imperial para reunir as nações, para defini-las uma contra as outras num equilíbrio de poder, para dividir e quebrar. Não é isso que temos em mente. nem temos em mente, como poderia concebivelmente ser suposto, espalhar formas americanas de fazer as coisas em todo o mundo, na esperança de duplicar em outros lugares o determinado tipo de vida que agora existe dentro dos limites dos Estados Unidos.
Cá estão outra vez: os gajos da Nova Ordem Mundial.
Como é possível observar, Laurance estava profundamente envolvido na procura dos objectivos globalista da família Rockefeller. Não havia divisões ou divergências de interesses no seio da família, como evidenciado pela cooperação dos três irmãos; havia apenas uma divisão de trabalho, mas o projecto era vivo e existia como um conjunto de esforços.

O Projecto Disclosure nasceu neste ambiente, financiado pela família Rockefeller.
É lícito perguntar: qual o seu derradeiro objectivo? Por qual razão misturar poder, dinheiro e UFO?
Ainda convencidos de que os UFO sejam só coisas para visionários?

Fontes: no texto.

OVNI faz uma Aparição Incrível em Cuiabá – VÍDEO

Este vídeo foi postado em 20/01/2014
O vídeo ainda esta sendo analisado por especialistas e assustou alguns moradores de diversos bairros. 

Preste atenção neste vídeo ( Objeto se transforma em luz na ISS.) Publicado em 29 de abril de 2015


OVNIs invadem as Filipinas e são destaque na mídia local



No último domingo, portanto no dia 26 de abril de 2015, OVNIs invadiram o espaço aéreo de Pampanga, nas Filipinas. Os avistamentos deixaram a população muito curiosa. A mídia local noticiou o inusitado evento.
Acompanhem alguns vídeos sobre o caso, os quais foram publicados no YouTube.

Seguem:





PROJETO A119: Documentos Desclassificados, Testes Nucleares na Lua?



De acordo com documentos desclassificados relacionados com a missão Apollo 11, os EUA Governo tinha um monte de planos com a lua, e alguns deles não eram tão científicos como acreditávamos.
De acordo com os documentos, o governo americano destina-se a usar a Lua como um centro de espionagem e espaço como um campo de provas para armas nucleares .


Durante a guerra fria, foi de extrema importância para demonstrar poderio militar e que é melhor do que mostrar as nossas armas nucleares na Lua? Certo?
Ninguém sabia sobre Projeto A119 como era segredo até meados dos anos 1990, quando o escritor Keay Davidson, que estava escrevendo uma biografia sobre Carl Segan descoberto intel retificar esta operação secreta na lua. As pessoas em todo o mundo foram introduzidas para o Project A119 aka " Um estudo de investigação Lunar Voos "graças ao acesso a documentos desclassificados sobre 'Projeto A119', que foi executado pelo United States Air Force. O objetivo do Projeto A119 foi a militarização da Lua durante a Guerra Fria. Em 1959, o físico italiano Leonard Reiffel, que se especializou em física nuclear e seu colega Enrico Fermi foram convidados a participar no 'Projeto A119' pelo Estados Unidos governo. Até então, tanto o céu Nevada e Novo México solo já foram abalados em uma base semanal por explosões nucleares na atmosfera.


Felizmente os testes na Lua  "nunca" foram realizados devido à assinatura do Tratado de Proibição de Testes Nucleares parcial em 1963 e o Tratado do Espaço Exterior em 1967. Esses tratados impedido futura exploração do conceito de detonar dispositivos nucleares em Terras lua. Temos lembrar que a missão Lunar Crater Observation e Sensoriamento Satélite da Nasa (LCROSS) foi lançado em 2009 e com ele vimos o lançamento do "Centauro" pêndulo energia cinética, algo que muitos hoje consideram como uma arma nuclear que foi desencadeada na superfície a lua.


Alguns ufólogos acreditam mesmo que o Centaur não foi tão científico como NASA sugeriu, mas tinha um propósito muito diferente. Com a idade de 90, pouco antes de morrer, Reiffel confessou que ele alertou funcionários do Pentágono sobre a incapacidade tecnológica para enviar armas nucleares carregadas a bordo de uma nave espacial para a Lua em 1959. No entanto, o plano provou ser muito atraente para os militares, que continuou com o seu propósito. Era um projeto global para monitorar a Terra da Lua. O projeto envolveu a instalação de estações de bases, lua, telemetria e centros de observação controladas pelo pessoal permanente que teriam sido tomadas para a lua em ônibus espaciais. Os avanços tecnológicos foram em seu pico, e o governo dos EUA estavam na pressa para exibir seu poderio militar e científico. Tomando dispositivos nucleares para a lua e detoná-los teria sido o melhor exemplo do poder de uma nação como os EUA.
Mesmo que a Lua recebeu 12 astronautas americanos entre 1969 e 1972, os planos de militarização terminou renunciou ao desenvolvimento de satélites atualmente voando em órbita ao redor da Lua. A verdadeira razão por trás porque não fomos à Lua desde as missões Apollo pode realmente estar ligado ao projeto A119, ou pelo menos é o que os ufólogos acreditam e que poderia realmente ser, que eles estavam certos desde o início.


veja video abaixo:



UFOs espetaculares aparecem sobre a cidade de San Diego, nos EUA



O vídeo abaixo foi filmado pela equipe de notícias da NBC 7, em San Diego, nos EUA, na noite de 29 de abril de 2015.
Algumas testemunhas disseram que luzes vermelhas, azuis e verdes ficavam piscando no céu e mudando de cor.  De acordo com os relatos, as luzes não pareciam se mover, como as de aeronaves e drones.

veja video abaixo: