terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Astrônomos descobrem uma super-Terra. Planeta é vizinho do Sistema Solar

Planetas estão próximos do Sistema Solar e um deles tem superfície rochosa e quente.

Astrônomos descobrem dezenas de novos planetas

O avanço tecnológico tem permitido a descoberta de novos detalhes sobre o espaço, e os astrônomos, frequentemente, surpreendem o mundo com novas informações e imagens em alta definição sobre planetas, asteroides e outros corpos celestes. A mais recente descoberta foi feita por um grupo de astrônomos, que identificou mais de 60 novos planetas que orbitam estrelas bem próximas ao nosso Sistema Solar.
A revelação desses planetas vizinhos é resultado de 20 anos de observação, e dentre todos os planetas descobertos, um chama a atenção, o Gliese 411b, classificado como uma super-Terra e que apresenta superfície rochosa e quente. Maior que o planeta Terra, mas menor que Netuno, o Gliese 411b tem um sol que é o quarto mais próximo do Sol do nosso Sistema Solar.
A descoberta revela ainda que a maioria das estrelas próximas ao Sistema Solar possuem planetas em suas órbitas, o que ainda não era uma unanimidade entre os astrônomos, e, por isso, o resultado das pesquisas são tão importantes para a comunidade científica e faz com que diversos conceitos até então consagrados sejam revistos pelos especialistas.

Outros planetas podem ser confirmados

Além dos 60 planetas identificados, existem outros 54 possíveis planetas que em breve serão confirmados, o que aumenta o número total para 114. Foram mais de 61 mil observações feitas a partir do telescópio Keck-I, que está localizado no Havaí e que é um dos mais importantes em atividade no mundo todo.
A intenção da equipe de astrônomos é aprofundar os estudos e futuramente obter imagens mais próximas e nítidas desses planetas vizinhos ao nosso Sistema Solar, o que poderia ajudar a desvendar diversas dúvidas que os cientistas ainda têm sobre o universo e como ele se formou.
A descoberta desses novos planetas repercutiu na comunidade científica internacional e foi celebrada por diversos astrônomos, que nos últimos anos têm conseguido avanços significativos na área das ciências do espaço, e possibilitando que se conheça mais sobre o céu que cobre nossas cabeças.

NASA convoca coletiva de imprensa extraordinária para anunciar grande descoberta



Em 22 de fevereiro, (amanha, quarta feira) a NASA realizará uma coletiva de imprensa imprevista onde apresentará novos dados sobre exoplanetas, de acordo com comunicado da agência.

Os astrônomos Michael Gillon e Nikole Lewis, a professora do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT, sigla em inglês) Sara Seager e os dirigentes da NASA Thomas Zubuchen e Sean Carey serão os encarregados de anunciar a descoberta, informou a agência.
A transmissão da coletiva será transmitida ao vivo no site oficial da NASA através do NASA Television. A mídia e o auditório poderão fazer perguntas aos anunciantes, inclusive pelo Twitter com o hashtag #askNASA.
Recentemente, a NASA comunicou que a sua sonda espacial Dawn descobriu moléculas orgânicas, elementos que servem de base para a vida, no planeta-anão Ceres, situado em uma região de asteroides perto do nosso sistema solar.
Exoplanetas são corpos celestes que giram em torno de uma outra estrela, enquanto planetas giram em torno do Sol. É neles que astrônomos esperam encontrar uma vida extraterrestre.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Asteroide destruirá a Terra nesta quinta-feira? Não é bem assim



Notícias de que um asteroide colidiria com a Terra no dia 16 de fevereiro e causaria o fim do planeta foram desmentidas pela Sociedade Astronômica Brasileira nesta terça-feira (14). Em nota, a SAB afirma que "não há fundamento científico para a notícia sobre o fim do mundo em 16 de fevereiro devido à colisão do asteroide 2016 WF9 com a Terra".
Segundo os astrônomos brasileiros, o asteroide (que pode ser até um cometa escuro e sem cauda) foi descoberto em novembro do ano passado.
Ele tem diâmetro estimado entre 0,5 e 1,0 km, completa uma volta em torno do Sol a cada 1780 dias ou 4,8 anos e passará em seu ponto mais próximo à Terra no dia 25 de fevereiro, a cerca de 51 milhões de km, o que equivale a um terço da distância entre a Terra e o Sol.
Informações atualizadas por segundo sobre o asteroide e a projeção da órbita do asteroide em 3D estão disponíveis neste link.

Como o boato surgiu

O tabloide inglês Daily Mail publicou no fim de janeiro uma entrevista com um suposto astrônomo russo chamado Dyomin Damir Zakharovich. Ele disse que o asteroide provocaria tsunamis e poderia extinguir a vida na Terra. Zakharovich contesta as informações da NASA, a agência espacial norte-americana, sobre o tamanho e a rota do asteroide.

65 asteroides passarão perto da Terra

Em 2017, são previstas mais de 65 aproximações com asteroides -- nenhuma oferece riscos à Terra.
No dia 12 de outubro, um objeto com 19 metros de diâmetro chegará mais perto: 38.400 quilômetros da superfície do planeta. O valor equivale a um décimo da distância entre o nosso planeta e a Lua. Mesmo assim, não há risco de colisão.
Antes deste, em 23 de setembro, outro objeto, de 11 metros de diâmetro, se deslocará próximo à Terra, a uma distância de cerca de 153 mil quilômetros. Até o momento, são os dois únicos identificados que estarão numa distância inferior aquela que existe entre a Terra e a Lua.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Extraterrestres na Terra: será que ADN de polvo é de origem alienígena?

Foi descoberto que o genoma do polvo é muito diferente da de outros animais que habitam o nosso planeta

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, concluiu que polvos têm natureza alienígena – eis o que aponta um estudo publicado na revista científica Nature.
Foi descoberto que o genoma do polvo é muito diferente da de outros animais que habitam o nosso planeta. Assim, os cefalópodes possuem mais de 33 mil genes codificadores de proteínas, muito mais que o genoma humano tem.
Segundo um dos autores da pesquisa, Clifton Ragsdale, o sistema nervoso de polvo é o maior entre todos os invertebrados. O seu cérebro é muito bem desenvolvido, até lhe permitindo memorizar e aprender.
Ragsdale conta que "o zoólogo britânico Martin Wells dizia que polvo é de raça alienígena".
"Neste sentido, o nosso trabalho descreve o primeiro genoma sequenciado de um extraterrestre", afirma o cientista.
Os biólogos especializados em vida marinha apontam que o genoma de polvo pode ter sido transformado por uma força externa. Os genes do polvo são capazes de se reorganizar, embora sua função seja desconhecida.
Os pesquisadores dos EUA pretendem usar os resultados do estudo para as próximas pesquisas a fim de desvendar mais fatos sobre funcionamento dos mecanismos genéticos nos cefalópodos. 
Fonte : (Sputnik)

Megaestrutura alienígena agora conta com triplo sinal


O mistério da estrela que poderia abrigar uma megaestrutura alienígena acaba de se tornar ainda mais enigmático.
A estrela, conhecida como KIC 8462852, cintila de uma forma tão irregular que alguns astrônomos especulam que ela pode abrigar um gigantesco aparato alienígena de geração de energia, conhecido como esfera de Dyson.
Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, nos EUA, descobriu essa raridade cósmica analisando dados do telescópio espacial Kepler, que monitorou continuamente 100.000 estrelas entre 2009 e 2013. A luz da KIC 8462852 enfraquece em até 20% sem nenhum intervalo regular, o que significa que a variação não pode ser explicada pela presença de um planeta.
Vários astrônomos sugeriram uma série de explicações possíveis, mas foi Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual da Pensilvânia, quem primeiro defendeu que uma civilização extraterrestre avançada poderia ser responsável pelo sinal.
O Instituto SETI, que procura sinais de inteligência alienígena, logo se interessou pela estrela, mas as primeiras buscas não deram resultado.

Variações de brilho

Contudo, logo depois do alvoroço inicial, Bradley Schaefer, da Universidade Estadual da Louisiana, descobriu que a estrela estava registrada em antigas chapas fotográficas, coletadas de 1890 a 1989. Mais de 1.200 fotos mostraram que a estrela esmaeceu gradualmente em até 15% ao longo de um século.
Agora, Benjamin Montet e Joshua Simon, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, encontraram novas variações de brilho escondidas dentro dos dados do Kepler que foram analisados originalmente por Boyajian.
Na verdade, o brilho da estrela KIC 8462852 diminui em cerca de 0,34% ao ano – duas vezes mais rápido do que o cálculo de Schaefer. Além disso, em apenas 200 dias, o brilho da estrela caiu mais 2,5% antes de começar a nivelar, uma mudança muito mais rápida do que qualquer cálculo anterior.
Isto significa que a estrela passa por três tipos de perda de brilho: as quedas profundas que a tornaram famosa, o declínio relativamente lento observado ao longo de um século e uma queda anômala que ocorreu ao longo de duas centenas de dias.

Em busca de causas naturais

Até agora ninguém se arriscou a oferecer uma hipótese para explicar as anomalias da estrela.
“Podemos chegar a cenários que explicam uma ou talvez duas delas, mas não há nada que explique bem as três”, diz Montet.
E os ETs? Será que há mesmo uma estrutura construída por alienígenas que gostam de ficar mudando suas configurações ou que têm demandas de energia extremamente variáveis?
“Seria muito mais satisfatório pensar em uma única causa física que pudesse ser responsável por todas as variações de brilho que observamos. Mas ainda estamos lutando para imaginar o que poderia ser,” disse Simon.
Bibliografia:
KIC 8462852 Faded Throughout the Kepler Mission
Benjamin T. Montet, Joshua D. Simon
http://arxiv.org/abs/1608.01316

Garota afirma ser um alien preso em corpo humano


Sua fisionomia, totalmente modificada por tatuagens, cortes e piercings, causa todo o tipo de reações e lhe trouxe fama nas redes sociais.
No entanto, nada chama mais a atenção que suas palavras assertivas: ela diz não pertencer a este planeta. Seu corpo é uma verdadeira intervenção artística, resultado provavelmente de uma busca que não acaba nunca.
É que Grace Neutral (até seu sobrenome foi alterado) se esforça todos os dias para encontrar uma realidade que não corresponde a esse mundo. A garota de 25 anos, de Londres, também apelidada carinhosamente de “princesa alienígena”, não hesita em afirmar que sua alma pertence às estrelas. Isso se manifesta em uma das intervenções mais extremas que fez em seu corpo, quando aplicou tinta nos olhos, entre a esclera e a conjuntiva, de forma definitiva, para alcançar um aspecto sobrenatural em seu rosto e que é realmente impressionante.

Contudo, seus olhos ainda não são tão surpreendentes quanto as escarificações (técnica que consiste em produzir cicatrizes no corpo) em sua pele, como as da sua bochecha, com o formato da Lua, de sua orelha, que ficaram pontudas, como as dos míticos elfos, e de sua língua, que, após uma operação ficou bifurcada. As tatuagens, atualmente, são um detalhe (bem grande), que cobre seu corpo quase por completo. E elas lhe são muito familiares, muito mais que esse planeta, porque Grace é tatuadora e sua arte é um pêndulo entre o infantil e o obscuro, entre adagas e pequenas sereias da Disney.
Outras das várias intervenções cirúrgicas pelas quais ela passou eliminaram seu umbigo, marca universal do nascimento. Na verdade, segundo narra seu corpo, ela nunca nasceu: é um ser etéreo, mágico. Mas, no conjunto, tudo isso não deixa de ser um culto ao corpo, ao mais comumente mundano e terreno que um ser humano pode ser.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Vídeo: novo míssil norte-americano acerta alvo no espaço

Classificado como SM-3II, o novo armamento pode detectar ameaças de ataques de mísseis balísticos no espaço e neutralizá-los

Resultado de imagem para Vídeo: novo míssil norte-americano acerta alvo no espaço
A Agência de Defesa Antimíssil dos EUA e a a empresa de armamentos Raytheon testaram com sucesso um míssil que tem a capacidade de interceptar mísseis inimigos no espaço.

Classificado como SM-3II, o novo armamento pode detectar ameaças de ataques de mísseis balísticos no espaço e neutralizá-los. Ele fez sua estreia após a neutralização de um míssil balístico lançado do destróier USS John Paul Jones da Marinha dos EUA.
Como é conhecido, a trajectória dos diversos mísseis balísticos de longo alcance atinge as camadas mais altas da atmosfera ou o espaço, efectuando o chamado voo suborbital, antes de atingir o alvo pré-determinado em terra.
"Agora a tecnologia se vem desenvolvendo", explicou o analista da Scout Warrior Kris Osborn, acrescentando que tais mísseis podem interceptar mísseis balísticos ainda no espaço.
O míssil de nova geração está sendo desenvolvido por Washington e Tóquio. Os EUA têm intenções de deslocar o míssil para a Polônia em 2018.
O diretor do programa SM-3II, Amy Cohen, afirmou que a estrutura do míssil permite alcançar maior sensibilidade de deteção.
"O míssil SM-3 Block IIA é uma versão mais potente do SM-3 IB em termos de propulsores e ogiva cinética, o que permite aumentar o período de tempo operacional", informou o comunicado da Agência da Defesa Antimíssil dos EUA.
A administração do presidente dos EUA Donald Trump classifica o desenvolvimento da defesa antimíssil como a prioridade número um na atual situação.
Com informações do Sputnik Brasil.
míssil
© Youtube







Veja como a superfície de Marte mudou após erupção de seu vulcão gigante

 3 bilhões de anos atrás uma grande a erupção de um vulcão em Marte fez o planeta se deslocar por completo, mudando inclusive os rios e as calotas polares de lugar.
Um estudo divulgado neste mês pela Nature, revelou as mudanças de Marte no que concerne a crosta, o manto e o núcleo do planeta, uma vez que a erupção foi tão grande que inclinou toda a face de Marte em 25 graus.

De acordo com geofísicos e climatologistas que participaram do estudo, essa mudança inclusive oferece dados para o entendimento da superfície do planeta vermelho, na questão dos reservatórios de água e gelo. 
“Não conseguíamos entender porque os rios estão onde estão atualmente”, disse Sylvain Bouley, especialista em relevo de planetas da Universidade de Paris-Sud e autor do relatório. “Dão a impressão de estar distribuídos de maneira aleatória, mas se a superfície for empurrada, todos ficam numa mesma parte tropical”.
Segundo a equipe teria sido Tharsis, o maior vulcão do sistema solar, responsável por tais mudanças, já que a formação em Marte é dez mil vezes maior que o vulcão mais poderoso que temos na Terra.
“Se tal mudança ocorresse na Terra, Paris estaria hoje no Círculo Polar Ártico”, explicou Bouley. “Foi um fenômeno que durou centenas de milhões de anos”, completou o pesquisador, já que mesmo sendo uma grande mudança para o planeta, o processo de deslocamento na superfície marciana foi extremamente lento. 
Confira algumas imagens:

1 –  Foto foi tirada pelo orbitador Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), que revela o lado oeste de uma cratera de impacto nas latitudes medianas ao norte do planeta:

2 – Estes são os rastros deixados pelo veículo espacial Opportunity ao sul do planeta:

3 – Também tirada pela Opportunity, este é o limite da cratera Endeavor:

 4 – Este é o Grand Canyon marciano, que é 10 vezes mais longo, 20 vezes mais largo e cinco veze mais profundo do que Grand Canyon dos Estados Unidos:

5 – Echus Chasma, uma das maiores regiões de fonte de água em Marte.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Vídeo de quase 10 minutos mostra óvni de formato incomum na Itália e causa alvoroço na internet

Um vídeo sobre um suposto óvni, em Milão, na Itália, tem gerado bastante discussão nas redes sociais. A gravação, de aproximadamente dez minutos, mostra ao menos sete pontos de luz misteriosos que se movimentam rapidamente no céu, formando um grande conglomerado luminoso. Em determinado trecho do vídeo, um avião passa próximo ao objeto não identificado e causa ainda mais espanto nas testemunhas. A gravação feita por Antonio Urzi Simona Sibilla, contudo, tem causado controvérsias. Enquanto algumas pessoas classificam o óvni como impressionante e fazem referências ao seriado Star Trek, outras acreditam se tratar de um vídeo fake, manipulado tecnicamente.


Veja abaixo o vídeo:




Fonte: IB Times

OVNI faz uma aparição Incrível em Cuiabá


O vídeo ainda esta sendo analisado por especialistas e assustou alguns moradores de diversos bairros. 



sábado, 11 de fevereiro de 2017

Cientistas encontram na Amazônia 450 desenhos como os de Nazca

Grandes geoglifos geométricos estão espalhados em uma área de 13 mil quilômetros quadrados

Estudiosos brasileiros e britânicos encontraram mais evidências da forma na qual os indígenas habitavam a Amazônia brasileira antes que os europeus chegassem ao continente. Em uma extensa área do estado do Acre, os pesquisadores encontraram misteriosos desenhos escavados no solo que haviam sido encobertos há milhares de anos pela vegetação local que se parecem com as famosas linhas de Nazca, no Peru.   

Devido ao recente desmatamento na região, que cresceu exponencialmente nos último anos, os cerca de 450 grandes geoglifos geométricos, espalhados em uma área de 13 mil quilômetros quadrados, puderam ser descobertos.  Ainda não se sabe qual é a função das formas, que não parecem ter abrigado vilas, já que os arqueólogos não encontraram muitos artefatos nas escavações, e que também não deveriam ter tido funções defensivas. Uma das hipóteses mais aceitas é que as áreas eram usadas para encontros ou a realização de rituais, mas esporadicamente.   
A descoberta foi realizada pela pesquisadora Jennifer Watling, do Museu de Arqueologia e Etimologia da Universidade de São Paulo (MAE) quando fazia o seu PHD pela Universidade de Exeter, no Reino Unido.  "O fato de que esses locais estavam escondidos por séculos debaixo uma vegetação madura realmente muda a ideia de que as florestas amazônicas são ecossistemas intocados", afirmou Watling que, junto a sua equipe, conseguiu reconstruir mais de 6 mil anos de vegetação de duas das áreas geológicas.   
"Nós imediatamente queríamos saber se a região já tinha a vegetação quando os geoglifos foram construídos e em que nível as pessoas impactaram o ecossistema para construir essas figuras", explicou a arqueóloga.    Com sua pesquisa, Watling e seus companheiros descobriram que os indígenas da época destruíam parte do ecossistema para erguer construções geológicas, mas também para fins de agricultura.   
No entanto, ao contrário de queimar grandes faixas de terra, recurso que é utilizado atualmente na região, os povos anciãos mantinham ao seu redor árvores e outras plantas que tinham valor ou utilidade, como palmeiras, criando uma espécie de "supermercado pré-histórico". O estudo, que será divulgado em mais detalhes na publicação científica "Proceedings of the National Academy of Sciences of the USA, também contou com a colaboração das Universidades de Reading e de Swansea no Reino Unido e de Belém e do Acre no Brasil. (ANSA)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Inferno verde: cometa de cor estranha passará sobre a Terra

Um cometa de estranha coloração verde poderá ser visto no céu entre quinta-feira (9) e domingo (12). A cor esverdeada do corpo celeste é resultado da presença de carbono diatômico – forma gasosa de grafito.

O cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdusakova que recebeu seu nome em homenagem a dois astrônomos que o descobriram em 1948, gira em torno do Sol a cada 5,25 anos. Em sua maior aproximação, ele percorrerá a 12,43 milhões de km da Terra. De acordo com medidas celestes, trata-se de um "lance de pedra", já que Marte, por exemplo, está pelo menos a 225 milhões de km do nosso planeta.
Desde que começou a ser observado em 1950, a aproximação do 45P no ano de 2017 será a oitava.
Small green comet "45P" is approaching Earth, to make the 8th closest comet pass since 1950: spaceweather.com    
http://


13 quilogramas de material extraterrestre são encontrados no deserto iraniano

Deserto Dasht-e Lut, província de Kerman, no sudeste do Irã

O grupo de geólogos da Universidade Federal dos Urais retornou da expedição de meteorito, realizada no leste do Irã. Eles conseguiram encontrar cerca de 13 quilogramas de matéria de meteorito.

Os especialistas sugerem que cerca de 80% do material sejam de origem extraterrestre. Os cientistas russos enviaram uma parte de suas descobertas para os colegas da Universidade de Kerman de Shahid Bahonar, informou em entrevista à Sputnik Persa, Viktor Grokhovsky, membro do Comitê de Meteoritos da Academia de Ciências da Rússia, famoso investigador da Universidade Federal Russa dos Urais:
"Planejávamos realizar uma expedição no deserto iraniano de Lut, onde desejávamos encontrar um mecanismo de concentração de matéria extraterrestre — meteoritos. Em resumo, a expedição foi realizada. O grupo de quatro pessoas — cientistas do laboratório Extra Terra Consortium da Universidade Federal dos Urais — realizou a expedição de teste no Irã. Em geral, a expedição teve sucesso. Com ajuda dos nossos colegas da Universidade iraniana de Kerman, recebemos quantidade suficiente de matéria extraterrestre. Durante a expedição, encontramos aproximadamente 13 quilogramas de amostras, que são consideradas meteoritos. Os nossos colegas pesquisadores ficaram com a metade da matéria no Irã, outra metade está no nosso laboratório. O material recebido foi medido e registrado. Revelou-se que a maioria dos fragmentos faz parte da mesma chuva de meteoritos. Encontramos cerca de 70 fragmentos separados. De 10 a 12 fragmentos pertencem ao mesmo meteorito. Temos que estudá-los e investigá-los no nosso laboratório, os estudantes também vão participar. Trata-se de magistrados em meteorologia. Esperamos que os estudantes iranianos também venham a nossa universidade para participar da investigação da matéria encontrada."
O professor também apontou que o laboratório científico Extra Terra Consortium da Universidade Federal dos Urais financiou toda a expedição, que recebeu 566 mil rublos (30 mil reais, aproximadamente) para despesas.
"Para determinar a idade da matéria encontrada, o cientista deve levar em consideração quando o fragmento surgiu no espaço, quando se separou do objeto parente e há quanto tempo está na Terra. A experiência mostra que muitas matérias de meteoritos são da mesma idade do nosso Sistema Solar, com cerca de 4,5 bilhões de anos. Os exemplos encontrados no Irã estão bastante oxidados. Por isso a nossa tarefa é a seguinte: determinar, considerando o nível de oxidação, há quanto tempo os fragmentos de meteoritos estão na Terra. Ao considerarmos isótopos, provavelmente, conseguiremos definir a idade cósmica, ou seja, por quanto tempo o astro cósmico de meteorito existiu como asteroide. Realizaremos uma pesquisa gigantesca e complicada."
Os planos sobre a expedição tornaram-se conhecidos já em novembro. Naquele momento, os cientistas apontaram que as condições geográficas e climáticas do deserto Lut contribuem para preservação da única matéria de meteoritos. Expedições semelhantes já foram realizadas anteriormente. Um grupo de cientistas encontrou na Antártida 103 amostras de rochas extraterrestres. 
A Universidade Federal dos Urais é considerada um dos principais centros russos de estudo de meteoritos. A universidade planeja realizar o primeiro programa de ensino de magistrados em meteorítica.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

EUA temem que China oculte contatos com extraterrestres

John Gertz, ex-presidente do conselho do Instituto SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), organização de pesquisa científica dedicada à busca de sinais de inteligência extraterrestre, manifestou preocupação com a participação da China no projeto, em relatório publicado recentemente. Entenda por quê.

O relatório de Gertz sobre a questão está disponível na biblioteca virtual arXiv.org da Cornell University Library e foi aceito para publicação na revista Journal of the British Interplanetary Society (JBIS).
Além do SETI, a China participa igualmente do programa METI (Messaging Extraterrestrial Intelligence), que envolve a emissão de sinais de nossa existência na Terra para possíveis civilizações alienígenas que porventura estejam de "ouvidos abertos" à procura de vida inteligente. De acordo com Hertz, porém, isso pode ser perigoso para a humanidade, além de ilegal.
"De acordo com o artigo IX do Tratado sobre o Espaço, o METI poderia ser considerado ilegal. (…) A liberação imediata das coordenadas de uma transmissão implora por uma resposta não autorizada e prematura. Grupos religiosos podem enviar suas mensagens paroquiais, enquanto Kim Jong-un pode enviar as suas", diz o autor.
Segundo ele, a presença chinesa nos dois projetos tem sido fonte de preocupação para os EUA devido à suposta capacidade da China de detectar sinais de civilizações extraterrestres e à perspectiva de uma suposta ocultação perante a comunidade internacional, por parte de Pequim, de informações recebidas do espaço.
"Os regulamentos que regem o METI são fracos ou inexistentes. Os protocolos pós-detecção [de sinais alienígenas] do SETI não obrigam a nada e são demasiado gerais. As capacidades ampliadas do SETI, o envolvimento da China no campo e os esforços intensificados dos 'METI-istas' para iniciar transmissões de rádio às estrelas estão entre as razões citadas para a urgência de se abordar a questão dos regulamentos apropriados. As recomendações incluem regulamentos em nível da agência e leis em nível nacional, assim como tratados internacionais e supervisão", escreve Gertz.
Outros temores explicitados pelo analista estão ligados à inauguração de um dos maiores radiotelescópios do mundo, localizado na China. O país já anunciou que o observatório vai tomar parte no projeto Breakthrough Listen, iniciativa de 100 milhões de dólares patrocinada pelo físico britânico Stephen Hawking e pelo magnata russo Yuri Milner para procurar vida extraterrestre inteligente no Universo. 
Para preparar a humanidade para os possíveis riscos de um contato com os extraterrrestres, Gertz também propõe limitar o poder dos principais transmissores do planeta, a saber, o Observatório de Arecibo (Porto Rico), o complexo de Goldstone (Califórnia) e o 40º complexo de controle e medição da Crimeia.
"O METI não é o SETI. Tem sido autorizado a proceder ao seu próprio ritmo e sem supervisão simplesmente porque o público em geral e os encarregados de formular suas políticas ainda têm que se dar conta da importância e da seriedade da sua arrogância. O mundo deve despertar para as suas possíveis consequências", adverte o autor do relatório.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

NASA poderá ter identificado “pirâmides do passado” do planeta anão Ceres

O solitário monte piramidal Ahuna fotografado pela sonda Dawn no planeta anão Ceres
O solitário monte piramidal Ahuna fotografado pela sonda Dawn no planeta anão Ceres

O monte piramidal Ahuna, localizado no planeta anão Ceres, provavelmente não é o único criovulcão na sua superfície. Os astrónomos encontraram traços de outros vulcões mais antigos nas fotografias tiradas pela sonda Dawn, da NASA.
As primeiras fotografias de Ceres, tiradas pela sonda Dawn em março de 2015 depois de uma aproximação ao planeta anão, revelaram duas estruturas inesperadas: manchas brancas misteriosas na cratera Occator que, na verdade, são jazidas claras de minerais que refletem luz, e o monte singular piramidal Ahuna, com quatro quilómetros de altura.
As descobertas das manchas brancas de Occator e da pirâmide de Ahuna forçaram os cientistas a rever as suas teorias relativamente ao surgimento de Ceres e de planetas “embriões”.
Em 2016, Christopher Russell, chefe da missão Dawn, e os colegas identificaram que os dois fenómenos são produtos do criovulcanismo – uma erupção de água relativamente quente e a “salmoura” dos subsolos do planeta anão para a sua superfície.
Além disso, a descoberta do monte Ahuna incentivou os cientistas a pensar se essa forma de relevo seria a única em Ceres, como resultado do impacto de um asteróide, da formação de rocha com o passar do tempo ou a possibilidade de terem sido erguidas sobre a superfície do planeta anão no passado e, posteriormente, irem desaparecendo.
“Acreditamos ter provas suficientes para falar sobre a existência de muitos criovulcões no planeta anão Ceres no passado, que não conseguimos ver devido às deformidades”, diz Michael Sori, investigador da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, no artigo publicado no jornal Geophysical Research Letters.
“Imaginemos que na Terra só existia um único vulcão. Seria uma coisa muito estranha, por isso é normal que haja mais vulcões em Ceres”, explica o astrónomo.
Ahuna é um monte bastante jovem, que surgiu há 200 milhões de anos no máximo. Simplesmente não teve tempo para se deformar”, acrescenta o cientista.
Russell, Sori e outros investigadores analisaram a veracidade de todas essas teorias através da elaboração de um modelo eletrónico do subsolo do planeta anão.
Ao contrário da Terra e de outros planetas, as camadas do solo do planeta anão são principalmente compostas por gelo. A baixíssimas temperaturas, o gelo torna-se quase tão firme como as rochas “reais” mas, ao mesmo tempo, mantém a sua fluidez.
Isso significa que, com o passar do tempo, um monte formado de gelo espalha-se pela planície à sua volta, cobrindo-a com uma camada de água congelada. Esse processo, segundo os cientistas, poderia “fazer desaparecer” todos os traços de episódios prévios de criovulcanismo.
Ao considerar esta ideia, os cientistas calcularam o tempo necessário para que o monte Ahuna desaparecesse e quais os traços que poderiam ser deixados para trás. De acordo com as suas estimativas, a altitude do monte poderá diminuir rapidamente – em dezenas de metros a cada um milhão de anos.
Consequentemente, a sua cúpula poderá ser vista da órbita durante um curto prazo de tempo, geologicamente falando, de aproximadamente 100 milhões de anos, acabando por desaparecer depois.
Essas estruturas compressas, segundo apontam os geólogos, já foram encontradas na superfície de Ceres, até mesmo nos arredores do “monte piramidal”.
Agora, os cientistas estão a investigar as fotografias de outras partes do planeta anão, em busca de novos traços de criovulcões, ajudando, assim, a entender com qual frequência aconteciam erupções vulcânicas em Сeres – e qual seria o motivo para os vulcões entrarem em ação.
FONTE // Sputnik News

O vídeo em que uma astronauta francesa faz um alerta sobre alienígenas: “A Terra deve ser avisada!”

claudie
Claudie Haignere em 1993 (à esquerda) e em 2008 (à direita)

Um vídeo chocante afirma que a primeira mulher astronauta da França gritou:

“A Terra deve ser avisada!”
Minutos depois ela tentou o suicídio ingerindo uma grande quantidade de pílulas para dormir.
Um vídeo de seis minutos postado no YouTube pela UFOmania ressurgiu nesta semana examinando sua história e já visto por quase um milhão de internautas.
Em 1993, a célebre cientista Claudie era membro da equipe de apoio da missão Mir Altaïr , que incluia seu futuro marido, Jean-Pierre Haigneré.
Ela chegou à estação espacial Mir em 1996 como parte de uma missão russo-francesa Cassiopée e em 2001 tornou-se a primeira mulher européia a visitar a Estação Espacial Internacional.
Depois de se aposentar da carreira espacial, Claudie entrou na política francesa e trabalhou no Ministério de Pesquisa e Tecnologia de 2002 a 2005.
Apesar de seus esforços, os orçamentos para as pesquisas científicas foram cortados.
Em 2005, ela abandonou a política e foi trabalhar no laboratório de biologia do Instituto Pasteur.
PRESTE ATENÇÃO AGORA
Em dezembro de 2008 foi relatado que Claudie teve que ser levada às pressas para o hospital depois de ter uma overdose de calmantes.
Ela foi encontrada consciente, mas teve que ser contida enquanto gritava “a Terra deve ser avisada!” antes de entrar em coma.
Depois de recuperada, Claudie disse que o incidente foi uma reação da “síndrome de burnout”.
Especialistas que estudam seres alienígenas acreditam que ela estava tentando alertar a Terra sobre a existência de vida no espaço.
O vídeo do YouTube, narrado por uma voz de robô, é uma espécie de conspiração que mistura realidade e ficção.


Fonte:The Sun