escritor poeta, radialista,

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Polêmica: “Eu provei a aterrissagem de um OVNI”, quem disse isso? Acreditem ou não foi um cientista.

Um químico afirma ter provado que uma espaçonave alienígena desembarcou na Terra, depois de investigar um caso que ficou sem solução por quase 40 anos.
  Dr. Erol Faruk, publicou em um livro, as descobertas de sua investigação sobre uma substância deixada no chão depois de um famoso avistamento de OVNI, onde concluiu que atividade extraterrestre seria a única explicação plausível para o fato.
No trabalho auto publicado, “The Compelling Scientific Evidence for UFOs”, o químico britânico de herança turca, examinou o caso “UFO de Delphos” avistamento acontecido no Kansas, EUA, na noite de 2 de novembro de 1971.
É considerado por alguns ufólogos como um dos casos mais convincentes sobe OVNIs já registros. Isso porque o objeto deixou um anel queimado no chão e uma estranha substancia química quando desembarcou.
Caso Delphos
A testemunha do caso foi Ron Johnson, com 16 anos na época, e que estava cuidando de ovelhas na fazenda de sua família com seu cão, quando por volta das 19 horas, viu um UFO de seis a oito metros de diâmetro em forma de cogumelo, aparecendo no céu noturno.
O objeto foi descrito como tendo luzes multi-coloridas, e pairando cerca de 75 metros de distância entre ele e as árvores a apenas alguns metros acima do solo. E então subiu com uma luz cegante.

Ron Johnson, com 16 anos e seu cachorro
Ron Johnson, com 16 anos e seu cachorro.
Ele alertou seus pais, que ainda o viram o objeto antes do mesmo desaparecer da vista. A família depois encontrou um anel brilhante no chão, onde o OVNI tinha pousado, e um material semelhante ao do anel nas árvores próximas.
A família disse que a substancia brilhante “era estranha, como uma crosta lisa, como se o solo fosse cristalizado”, e a Sra. Johnson ficou com uma sensação de anestesia na mão depois de tocá-la.
Foto tirada pela família alguns minutos depois do avistamento, a substancia ainda brilhava.
 Dr. Faruk, que admite um interesse ao longo da sua vida, no fenômeno OVNI, focou seu trabalho em investigar a composição química do solo do anel.
Ele descreveu: “Colocar água no solo afetado era muito parecido como colocá-la em uma superfície de vidro, a água formava espontaneamente gotas na superfície”.
Embora, ele permaneceu incapaz de identificar completamente o composto do solo, ele alegou detectar: “um composto orgânico altamente solúvel em água que é potencialmente quimioluminescente (emite luz)”.
“Isso poderia ter sido o responsável pelo brilho visto na época”, disse ele.
 Foto tirada do local onde teve o suposto pouso do OVNI, quatro anos depois.

Dr. Faruk concluiu que havia três explicações possíveis, uma seria brincadeira, outra seria um anel fúngico ou anel de fadas (um fenômeno natural produzido por fungos), ou então uma verdadeira nave espacial alienígena tinha pousado ali.
Ele disse que uma fraude era improvável devido às características incomuns do composto, e seu alongamento na direção do vento na noite.
Ele também descartou um anel fúngico, alegando que o “sal de metal alcalino solúvel em água e o ácido carboxílico orgânico” ambos encontrado no composto, não poderiam ser produzido por um fungo.
Isso, então para ele, significava que a conclusão de um avistamento de OVNI genuíno era a hipótese mais favorável.
 Dr. Erol Faruk que confirma a veracidade do avistamento.

O livro é baseado em grande parte em seu trabalho de pesquisa científica sobre o caso, sua ideia era publicar em varias revistas científicas, mas a sua publicação foi rejeitada em todas. Dr. Faruk afirma que, embora seu relatório se trate de “evidência física e química”, conforme o necessário para qualquer órgão científico, ele foi informado que estava investigando um assunto “inapropriado”.

Fonte: Express

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A Terra está alimentando a Lua com oxigénio

Os ventos solares transportam os isótopos de oxigénio da Terra para a Lua

Os ventos solares transportam os isótopos de oxigénio da Terra para a Lua


Um grupo de investigadores japoneses descobriu que as plantas terrestres estão a enviar iões de oxigénio para a Lua através da magnetosfera.
A descoberta foi feita através dos dados recolhidos pela sonda espacial japonesa Kaguya enquanto orbitava o satélite natural, entre 2007 e 2009.
Os cientistas afirmam que a Lua recebe diariamente “radiação” energética do Sol, mas durante cinco dias por mês fica à sombra do campo magnético da Terra.
O novo estudo publicado na Nature Astronomy sugere que, enquanto está na magnetosfera da Terra, a Lua recebe iões de oxigénio que não são detetados quando está fora dessa região e não podem ser provenientes do vento solar.
Ou seja, enquanto o campo magnético da Terra protege a Lua das partículas energéticas que compõem o vento solar, também cria “um lençol de iões” feito essencialmente de hidrogénio e de alguns iões de oxigénio dotados de muita energia.
“A ecosfera é estabilizada pela Lua. As plantas fazem a fotossíntese para produzir oxigénio e, em seguida, o oxigénio é transportado para a Lua”, diz Kentaro Terada, da Universidade de Osaka, no Japão.
Esta descoberta pode ajudar a entender de onde vem o oxigénio e o hidrogénio que existem na Lua e se esses elementos podem ser transformados em água.
Segundo as estimativas dos cientistas, nos últimos 4 milhões de anos foram transportadas para a Lua cerca de 106 milhões de toneladas de oxigénio terrestre.
ZAP // Sputnik News