escritor poeta, radialista,

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Quais são as chances de uma megaestrutura alienígena bloquear uma estrela distante?

 (Foto: NASA)

Neste momento, a estrela KIC 8462852 está muito quente — e não apenas por ser uma estrela da classe F —, mas porque o telescópio espacial Kepler descobriu que ela pisca de forma bastante incomum, como se algo estivesse escurecendo-a. Esses “mergulhos” na luz são diferentes do que aconteceria caso planetas estivessem bloqueando a estrela.
Cientistas não conseguem chegar a uma explicação para o fenômeno se baseando em processos astrofísicos naturais, portanto a atenção tem se voltado para a chance de alguma megaestrutura alienígena estar bloqueando a luz. Mas o que seria exatamente uma estrutura do tipo e qual é a probabilidade do Kepler ter identificado uma?
Muitas possibilidades
É verdade que imersões na luz da estrela são algo estranho, tanto em forma como em tempo. É improvável que elas sejam envolvidas por uma nuvem de poeira, já que a estrela é muito antiga para ter o formato de disco. Mas o que dizer sobre uma tempestade de cometas? Elas não são realmente muito bons em escurecer estrelas, então a possibilidade também é pequena. Fragmentos de uma colisão planetária poderiam ser o caso, exceto pelo fato de que eventos assim são tão raros que dificilmente seriam captados pelo Kepler.
A falta de explicações simples deixou muitas perguntas silenciosas — ou não tão silenciosas — sobre a chance disso ser uma megaestrutura alienígena, conhecida como a esfera Dyson. A esfera Dyson foi descrita pela primeira vez por Freeman Dyson, em 1960, que argumentou que uma civilização alienígena tecnologicamente avançada usaria cada vez mais energia conforme crescesse. Como a maior fonte de energia em qualquer sistema solar é a estrela em seu centro, faria sentido que a civilização construísse painéis solares em órbita para tentar capturá-la. Estruturas como essa ocupariam cada vez mais espaço até que eventualmente cobrissem a estrela inteira, como uma esfera. Contudo, uma esfera completa seria invisível para o telescópio Kepler porque absorveria toda a luz da estrela, então sinais dessa estrutura teriam que vir de algo ainda em construção.
Seria esse o caso? Eu duvido. Meu argumento básico é esse: se uma civilização constrói uma esfera Dyson, é improvável que ela se mantenha pequena por um período longo. Assim como colisões planetárias são tão raras a ponto de não poderem ser vistas pelo Kepler, o tempo que leva para fazer uma esfera Dyson é muito curto: vê-la em construção é improvável. Mesmo se soubéssemos que uma esfera pudesse eventualmente ser construída em um sistema solar, a chance de testemunhar isso é pequena.
Como sabemos disso? Para construir uma esfera Dyson, seria necessário “desmontar” um corpo próximo, como um planeta, para fornecer o material para os captores solares. Em um artigo recente que escrevi com um colega, calculamos que desmontar Mercúrio para fazer uma estrutura Dyson parcial poderia levar 31 anos. Uma maneira de fazer isso seria desmontando o planeta mecanicamente, como fazemos em nossas indústrias de alumínio e aço. Por essas indústrias, sabemos os custos energéticos desse tipo de trabalho, então o truque é usar material já extraído para construir mais equipamentos de mineração e coletores solares para alimentá-lo, atingindo um ciclo de realimentação exponencial.
O tempo que levaria para desmontar qualquer planeta terrestre não é muito maior do que no caso de Mercúrio, enquanto os planetas gasosos demorariam alguns séculos. Nosso objetivo com o artigo foi mostrar que, ao usar uma pequena fração de recursos no sistema solar, é possível aproveitar energia suficiente para lançar uma enorme iniciativa de colonização espacial (literalmente alcançando todas as galáxias possíveis, eventualmente todos os sistemas solares), mas a questão importante é que esse tipo de engenharia planetária é rápida em escalas de tempo astronômicas.
Durante a história de uma estrela F5 como a KIC 8462852, até mesmo mil anos para construir uma esfera não seria muito. Considerando a massa estimada da estrela como 1,46 massas solares, ela terá uma vida útil de 4,1 bilhões de anos. A chance de vê-la enquanto estiver sendo revestida por uma esfera Dyson é uma em 4,1 milhões.
Essa é a probabilidade se existir de fato uma dessas esferas. Presumo que apenas algumas estrelas teriam alienígenas e elas estariam escondidas desta forma, então a probabilidade real de ver uma no meio do processo é muito menor. Das 150 mil estrelas que o Kepler observa, não podemos esperar que alguma delas esteja nesse estado.
Planeta abandonado ou alienígenas despreocupados
Outra possibilidade é que a estrutura seja uma “casca” Dyson abandonada. Uma estrutura dessas provavelmente teria se aglomerado em rios de destroços com o tempo, o que de início parece ser uma explicação promissora. São maiores as chances de vermos as ruínas dessas estruturas do que suas construções. Assim como ruínas normais, elas normalmente durariam mais tempo do que o período usado para construí-las.
E se os alienígenas estivessem construindo a esfera lentamente? Isso é, até certo ponto, o que estamos fazendo aqui na Terra ao lançar um satélite de cada vez. Portanto, se uma civilização alienígena quisesse crescer em um ritmo lento ou só precisasse de parte da esfera Dyson, eles poderiam fazer isso.
Contudo, se você precisa de algo como 30 quintilhões de watts (o que corresponde a um coletor de 100 mil quilômetros em uma unidade astronômica em torno da estrela), suas demandas não são modestas. Dyson propôs esse conceito baseado originalmente no fato de que as necessidades de energia dos humanos foram crescendo aos poucos. Mesmo com uma taxa de crescimento de 1%, uma civilização precisa, em alguns milênios, da maior parte da energia estelar. Para obter uma probabilidade razoavelmente alta de detectar uma esfera incompleta, precisamos supor que as taxas de crescimento dessa civilizaçãosão extremamente baixas. Embora não seja impossível, parece pouco provável considerando a maneira como a vida e as sociedades tendem a se desenvolver.
Outras estruturas alienígenas?
Esferas Dyson não são as únicas megaestruturas capazes de causar trânsitos estelares intrigantes. Pesquisas sugerem que uma civilização extraterrestre poderia, por exemplo, separar materiais compostos por asteroides usando uma leve pressão, controlar o clima usando sombras e espelhos ou viajar através de mecanismos com os ventos solares. A maioria dessas ferramentas são pequenas se comparadas às estrelas, mas o Kepler poderia notá-las caso existissem em quantidade suficiente.
Outro estudo calculou a possibilidade de detecção de motores estelares — espelhos gigantescos usados para mover sistemas solares inteiros — com base em curvas de luz. Infelizmente, os cálculos não correspondem à estrela KIC 8462852.
Precisamos, afinal, de mais dados. As apostas são altas. Se não existe vida inteligente no espaço, significa que somos muito sortudos — ou que espécies inteligentes são extintas rapidamente. Mas se existe (ou já existiu) outra civilização tecnológica, seria bastante reconfortante: saberíamos que vida inteligente pode sobreviver por um tempo considerável. Na verdade, acho que aprenderemos que processos comuns da astrofísica podem produzir estranhas curvas de trânsito, talvez devido a objetos estranhos (lembra de quando achávamos exótica a ideia de Júpiters quentes [classe de planetas extrassolares com massa similar à do planeta Júpiter]?) O universo é cheio de coisas estranhas, o que me deixa feliz por viver nele. Mas faz sentido observar as estrelas, só para garantir.
*Anders Sandberg é membro do Instituto do Futuro da Humanidade, na Universidade de Oxford. Este artigo foi originalmente publicado em inglês pelo The Conversation.

sábado, 24 de dezembro de 2016

O Novo Messias, Cristo, Buddha, Krishna…

O Novo Messias – Cristo – Buddha – Krishna (O Novo ILUMINADO)
Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“. 
Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer  povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.
Quem é o Novo messias? Maitreya,  o Cristo Cósmico
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.
Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton, nas Montanhas Rochosas, Wyoming, EUA.
 A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo. O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta. Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais. Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro: 
O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Teton, ao lado de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano.
Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Etérico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”. 
(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela – um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton. )
Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.
A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:
Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.
E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.
Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã. 
Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.
Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião. Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.
Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.
“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”
Não vim para fundar uma nova religião, diz Maitreya, o Professor do Mundo. Vim para ensinar a arte da realização do ser, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. “Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”
Segundo Maitreya, “Só o Ser importa”. “Vocês são este ser, um ser imortal”. O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”. Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.
Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. Esta harmonia conduz à paz e a felicidade.
A Arte da Realização do Ser, Lord Krishna e Radharani.
Sem o desapego não há salvação. O desapego é a “droga” mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.
Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).
Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).
O Significado do nome Jesus Cristo em grego:
X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo.  In Hoc Signo Vinces  em latim significa: Sob este sinal Vencerás. 
Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος ΣωτηρIesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.
Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe  (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a Era de Peixes que terminou em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começou a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos. Publicado em Junho 2014.