escritor poeta, radialista,

sexta-feira, 6 de março de 2015

Cientistas afirmam que a emissão de sinais em busca de vida extraterrestre poderia provocar o fim do mundo



O plano anunciado recentemente para emitir sinais de rádio poderosos a partir da Terra, com o objetivo de estabelecer algum tipo de contato com civilizações extraterrestres, gerou temores em parte da comunidade científica. Eles alertam sobre a ameaça que esse tipo de mensagens representa para a vida em nosso planeta.
Os especialistas da equipe do SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na tradução para o português), especializados na detecção de sinais incomuns vindos do espaço, propuseram um plano inovador e ativo na busca por civilizações extraterrestres. Trata-se de um programa especialmente projetado para enviar mensagens eletrônicas até uma distância de 20 anos luz da Terra, ou seja, 190 mil km, alcançando áreas em que, acreditam, é possível haver alguma forma de vida inteligente.
Muitos especialistas, entre os quais o famoso cientista e escritor norte-americano David Brin, manifestaram sua preocupação em relação a essa iniciativa, a qual eles acusam trair os princípios fundadores do SETI, cuja missão principal é detectar sinais e não transmiti-los. Eles também advertiram que a emissão de sinais que evidenciem a existência da raça humana poderiam atrair extraterrestres para a Terra, criando a possibilidade de um ataque contra nossa civilização.
Estes sinais que enviamos e recebemos já possuem um histórico relativamente grande. Um dos maiores cientistas da história também já chegou a presencia-los, o que nos leva a crer que, talvez, nossos sinais já podem ter atingido alguma civilização há muito mais tempo do que imaginamos.


quarta-feira, 4 de março de 2015

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre esqueletos humanos gigantes




Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.
Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve: “Debaixo de uma camada de conchas (...) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (...). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.
A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.