escritor poeta, radialista,

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

10 perguntas para entender o conflito entre israelenses e palestinos


Tanque israelense próximo à fronteira da Faixa de Gaza (foto: Epa)
Um mês após o início da guerra na Faixa de Gaza, israelenses e palestinos vivem período de trégua
Israel anunciou a retomada dos ataques aéreos a Gaza, após militantes palestinos terem disparados foguetes contra o território israelense após o final de um período de 72 horas de cessar-fogo, encerrado na manhã desta sexta-feira.
O Exército israelense classificou os ataques como "inaceitáveis, intoleráveis e míopes". O grupo militante palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, havia rejeitado a extensão do cessar-fogo, alegando que Israel não atendeu suas demandas.
O atual conflito na Faixa de Gaza já dura um mês, sem perspectivas de um acordo de longo prazo que coloque fim à violência que já matou mais de 1.900 pessoas, a maioria civis.
As cicatrizes do confronto são visíveis, principalmente na Faixa de Gaza. De acordo com a ONU, cerca de 373 mil crianças irão necessitar de apoio psicossocial. Aproximadamente 485 mil pessoas foram deslocadas para abrigos de emergência ou casas de outras famílias palestinas.
Além disso, 1,5 milhão de pessoas que não vivem em abrigos estão sem acesso a água potável.
Mas para compreender o conflito israelense-palestino é preciso olhar além dos números.
A BBC responde a dez perguntas básicas para entender por que esse antigo conflito entre israelenses e palestinos é tão complexo e polarizado.
visite o site
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140730_gaza_entenda_gf_lk.shtml

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Que a menina gremista racista e seus cúmplices apodreçam na prisão ao lado de seus “macacos”


Veja as imagens do repugnante episódio abaixo:
Não é a primeira vez que alguns integrantes da torcida do Grêmio dão mostras explícitas de seu racismo e de sua total falta de noção de civilidade e educação. Como esquecer a cena em que asnos gremistas gritando “o Fernandão morreu” no último Gre-Nal no Beira-Rio? Um negócio absolutamente repulsivo. Para piorar ainda mais, note no vídeo acima que há alguns “negões” xingando o goleiro Aranha de “macaco”, o que torna tudo ainda mais absurdo.
Só que agora surgiu a imagem-símbolo do racismo gremista. Assista ao vídeo abaixo:
Trata-se de uma garota chamada Patrícia Moreira. Ela foi flagrada pelas câmeras da ESPN xingando o goleiro de “MA-CA-CO”, como você percebeu facilmente acima. Esta menina tem que se tornar um exemplo máximo das penas da lei contra o racismo no Brasil. E não por quê ela deva ser transformada em “bode expiatório” deste caso, mas também porque ela tem antecedentes de racismo em sua vida. Veja a foto abaixo, que não precisa de qualquer tipo de legenda:
Sua cara de saco e sua repelente língua para fora dizem mais a respeito de seu racismo do que qualquer tipo de discurso. Teve o azar de que sua atitude foi televisionada para o Brasil inteiro e, certamente, para o mundo. Sua identidade foi caçada por vários internautas e prontamente revelada, minutos depois do encerramento da partida. Tentou esconder-se apagando suas contas nas redes sociais. Tarde demais.
Fiquei sabendo que ela acabou de perder o emprego como auxiliar no Centro Odontológico da Brigada Militar de Porto Alegre. É pouco. Ela e o bando de retardados flagrados no vídeo têm que ser presos, processados, condenados e levados a passar uma boa temporada na prisão, convivendo com outros “macacos”.
Hoje, Patricia é uma menina famosa mundialmente, mas pelos motivos mais errados do mundo. Que pague por isto de maneira exemplar. Talvez isto faça com que outros racistas guardem dentro da sua alma a gosma de sua ignorância e que apodreçam sozinhos, sem machucar ninguém.
Chega!