escritor poeta, radialista,

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A pulseira holográfica que promete tornar os celulares obsoletos



A Tendência Que Traz Atual Conceitos Tecnológicos AINDA Mais Inovadores, um Exemplo DOS "wearables", OU SEJA, Aparelhos Eletrônicos Que São vestidos, Como Relógios e óculos, Cresce e se consolida Ate O Ponto de colocar em verificar e tablets smartphones. Pelo Menos E Essa um Conclusão Que tiramos da grande jornal Última Inovação Tecnológica Nesse campo: a Pulseira Cicret, Uma pulseira que promete Transformar um Pelé do Usuário em hum Dispositivo Móvel, that AINDA ESTÁ em Fases de testes.
Graças um hum Projetor e Sensores de Longo alcance Integrados, desenvolvedores do SO DO PROJETO alegam Que o Objeto E Capaz de deslocar a Tela Sensível de QUALQUÉR Aparelho (Como o celular no bolso Seu) Ao antebraço da Pessoa Que o esteja utilizando. Para ativar uma pulseira, basta APENAS girar rapidamente o pulso. Com Sistema Operacional Android, uma pulseira permite NÃO APENAS refletir uma Tela de QUALQUÉR Dispositivo Móvel, mas possui also Seu Proprio Processador, Memória externa, Conexão wi-fi, Bluetooth e porta micro USB. Além Disso, Ela vibra, impermeável e resistente E à chuva. No entanto, Uma de SUAS characteristics Mais chamativas ESTÁ na bateria Autônoma, de Duração indefinida, Que PoDE Ser carregada atraves do Movimento do Corpo.
Ate o momento, Trata-se de hum Projeto promissor, that NECESSITA de hum Investimento Estimado em torno de R $ 3 Milhões.

Veja video Abaixo do Produto que AINDA ESTÁ Sendo Desenvolvido.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sonda Rosetta sobrevoa cometa Churyumov-Gerasimenko

  • Imagem feita em 9 de fevereiro pela câmera de navegação da sonda Rosetta capta imagem do cometa 67P-Churyumov-Gerasimenko a uma distância de 105 quilômetros, mostrando parte do núcleo encoberto por jatos de poeira e gás. A imagem foi divulgada no dia 14 de fevereiro
    Imagem feita em 9 de fevereiro pela câmera de navegação da sonda Rosetta capta imagem do cometa 67P-Churyumov-Gerasimenko a uma distância de 105 quilômetros, mostrando parte do núcleo encoberto por jatos de poeira e gás. A imagem foi divulgada no dia 14 de fevereiro
A sonda europeia Rosetta voou este sábado (14) muito perto do cometa 67-Churyumov/Gerasimenko, cuja atividade cresce ao se aproximar do sol.

A própria Rosetta informou sobre o ocorrido em sua conta no Twitter, gerenciada pela Agência Espacial Europeia (ESA). Informou que enviaria os dados de seu voo "o quanto antes" e que as primeiras imagens da câmera de navegação NAVCAM estariam disponíveis na segunda-feira.

"Agora estou me afastando do cometa. Na terça-feira (17) estarei a 253 quilômetros dele!", disse Rosetta.

A sonda chegou a ficar a apenas seis quilômetros da superfície deste cometa, que libera cada vez mais gás e poeira a medida que esquenta.

"Mas ainda não está muito ativo", diagnosticou, há alguns dias, Sylvain Lodiot, que dirige as operações da sonda no Centro Europeu de Operações Espaciais em Darmstadt, Alemanha.

O objetivo deste voo a pouca distância era permitir que os instrumentos de Rosetta "fizessem fotos e realizassem um espectro da superfície com uma resolução jamais conseguida até o momento", segundo a ESA.

Também deveria permitir coletar amostras da "cabeleira" (nuvem de poeira e gás) do cometa Churyumov-Gerasimenko para entender como é formada.

A sonda Rosetta viajou durante 10 anos até se encontrar com o cometa e soltar o robô Philae sobre sua superfície, em meados de novembro.

Após este "encontro de Dia dos Namorados", Rosetta seguirá realizando uma série de voos nos arredores do cometa, a uma distância que será determinada por sua atividade.

A atividade deve aumentar durante os próximos meses enquanto o cometa se aproxima de seu periélio, o ponto em que se encontra mais próximo do sol. Churyumov-Gerasimenko deve alcançá-lo em 13 de agosto, quando estará a 186 milhões de quilômetros do astro.

Enquanto isso, Philae está "hibernando" sobre o cometa. O robô reiniciou duas vezes após sua aterrissagem e caiu numa zona com pronunciado relevo que lhe faz sombra. Não recebe, portanto, luz suficiente para recarregar suas baterias solares e voltar a funcionar.

Os instrumentos de Rosetta não conseguiram localizá-lo com precisão, mas os especialistas esperam que ele acorde no mês de março.