escritor poeta, radialista,

sábado, 6 de dezembro de 2014

Físico americano diz que bomba nuclear aniquilou antiga civilização de Marte

MARTE TERIA CONTADO COM DUAS CIVILIZAÇÕES HUMANOIDES PRIMITIVAS, OS CYDONIANS E UTOPIANS, QUE TERIAM ALCANÇADO UM NÍVEL TECNOLÓGICO SIMILAR AO DOS ANTIGOS EGÍPCIOS
“A superfície de Marte está coberta de substâncias radioativas, como o urânio, o tório e o potássio-40. Uma explosão nuclear pode ter deixado resíduos em todo o planeta”, ele afirma. Através de conclusões lançadas em seu último relatório, o cientista sustenta que os isótopos nucleares da atmosfera marciana são semelhantes aos obtidos nos testes de bombas de hidrogênio, o que demonstraria, segundo sua própria teoria, que nos encontramos diante de “um exemplo de civilização destruída por um ataque nuclear vindo do espaço”.
A pesquisa feita por Brandeburgo é baseada na alta concentração de xenon-129 registrada na atmosfera de Marte, assim como o urânio e o tório encontrados pela nave espacial NASA Odyssey sobre a superfície do planeta. A partir da perspectiva dessa teoria exótica, Marte teria contado com duas civilizações humanoides primitivas, as quais o cientista identificou como Cydonians e Utopians, e que teriam alcançado um nível tecnológico similar ao dos antigos egípcios. Antes do bombardeio nuclear, o planeta marciano possuía um clima parecido com o da Terra, com vida vegetal e animal. 
Fonte: Daily Mail 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Cientistas alertam para asteroides e dizem que Terra está na 'linha de tiro'

Cientistas alertam para catástrofe global em caso de colisão  (Foto: Thinkstock)Cientistas alertam para catástrofe global em caso de colisão (Foto: Thinkstock)


Um grupo de mais de 100 cientistas, astronautas e líderes empresariais pede às autoridades o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e destruição de asteroides que coloquem em risco a vida no planeta Terra.
Reunidos em um evento no Museu de Ciência de Londres para lançar o Dia do Asteroide, a ser celebrado a partir de 2015, os cientistas alertaram para o "catastrófico" risco de um impacto.
"Há um milhão de asteroides no sistema solar que têm o potencial de atingir a Terra e destruir uma cidade inteira. Até agora, localizamos menos de 10 mil - somente 1% - deles. Mas temos tecnologia para mudar esta situação", declarou Martin Rees, professor emérito de Cosmologia e Astrofísica da Universidade de Cambridge.
Ao lado de nomes como o guitarrista da banda Queen, Brian May, também doutor em astrofísica, Rees listou as sugestões do grupo de cientistas:
- Empregar a tecnologia disponível para detectar e monitorar asteroides com traçado próximo à Terra e que representem ameaças à população através da ação de organizações filantrópicas e governos.
- Acelerar em 100 vezes a descoberta e o monitoramento de asteroides que circulem próximos à Terra para um número de cerca de 100 mil (descobertas) por ano nos próximos dez anos.
-Adoção global do Dia do Asteroide, em 30 de junho, para aumentar a consciência sobre os danos que os corpos celestes poderiam provocar e sobre a necessidade de prevenção. Embora diga que este tipo de fenômeno é improvável, o astrofísico afirma que a Terra está "na linha de tiro".
Já o guitarrista e astrofísico Brian May disse que, embora as chances sejam pequenas, "basta um asteroide" em um milhão com risco de acertar a Terra para que ocorra uma tragédia global.
"Um corpo de 200 metros de diâmetro que caia no oceano pode provocar tsunamis que poderiam devastar toda a costa Leste dos Estados Unidos e uma parte da Europa", agregou Martin Rees.
"A cada dez milhões de anos, um corpo de alguns quilômetros de diâmetro - um asteroide ou um cometa - vai acertar a Terra, causando uma catástrofe global equivalente a milhões de bombas atômicas", concluiu Rees.
A declaração com as sugestões foi assinada por cientistas, físicos, artistas, astronautas e homens de negócios de 30 países.